31 de jan de 2008

Brincar & Viver: onde encontrar...

Recebi mensagens de meninas me perguntando onde encontrar meu livro.
A editora me forneceu esta lista:
RIO DE JANEIRO (21)
www.wakeditora.com.br
(21) 3208-6095 - 3208-6113


Eldorado Books - Tijuca
Rua Conde de Bonfim, 422 - fone 2569-4747

Ciencia e Cultura - Centro
Rua 7 de Setembro 127 - fone 2221-1652

Livraria Galileu - Ipanema
Rua Visconde de Pirajá 207 - fone 3202-9350

Livraria Galileu - Largo do Machado/Catete
Rua do Catete 3461-9030

Tecnical Books - Centro
Rua Gonçalves Dias 89 - 2. andar - fone 2224-3177

Ivo Alonso - Centro
Rua das Marrecas 11 - fone 2215-01115

Livraria Galileu - Tijuca
Rua Major D'Avila - fone 3872-9650

Livraria Ciencia e Cultura - Tijuca
Rua Santo Afonso 356 - fone 3978-0952

Universo Psi - Urca
Avenida Pasteur 250 - 2541-8791

EDC - Lins de Vasconcelos
Rua Lins de Vasconcelos 272 - fone 2581-2420

Thot Livraria - Centro
Rua 1.º de Março 11 - fone 2233-2518

Livraria Loyola - Centro
Avenida Presidente Vargas 502 - 17.º andar - fone 2233-4295

Vamos Ler Livraria - Campo Grande
Avenida Cesario de Mello 3006 - conj 122 - fone 2415-9126

Livraria Silbene - Campo Grande
Rua Agostinho 52 - fone 2413-3228

Alegria de Saber - Recreio
Av Genaro de Carvalho 40 loja E - fone 2487-3466

Livraria Bolivar - Copacabana
Rua Bolivar 42 - fone 3208-3600

DUQUE DE CAXIAS (21)

Livraria Cidade Duque de Caxias - 25 de Agosto
Rua Prof. José de Souza Herdy 1216 box 201 - fone 2671-2808

ANGRA DOS REIS (24)

Trevo Cultural - Centro
Rua da Conceição 29 - fone 3367-1118

NITEROI (21)

Livraria Romanceiro - Centro
Rua Eduardo Luiz Gomes 13 loja 2 - fone 2667-3370

VOLTA REDONDA (24)

Veredas Livraria - Santa Cecília
Av. Oswaldo de Veiga 315 - subsolo loja 1 - fone 3342-1977


AMAZONAS - MANAUS (92)

Livraria Vozes - Centro
Rua Costa Azevedo 105 - fone 3232-5777

Livraria Metro Cúbico - Centro
Rua 24 de Maio 415 - fone 3637-6307


BAHIA - SALVADOR (71)

Editora Vozes - Centro
Rua Carlos Gomes 698 - fone 3329-5466

Livraria Multicampi - Piedade
Rua Direira da Piedade 20 - fone 3329-1381

FORTALEZA - CEARÁ (85)

Editora Vozes - Centro
Rua Major Facundo 730 - fone 3221-4238

BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL (61)

J. Quindere - Centro
Rua Shcn quadra 310 bloco D loja 65 - fone 3347-7386

ESPIRÍTO SANTO - VITÓRIA (27)

Logus Livraria - Bento Ferreira
Av. Carlos Moreira Lima 61 - fone 3137-2560

GOIÁS - GOIANIA (62)

Livraria Alternativa - Centro
Rua 70 numero 124 - fone 3224-9358

MARANHÃO - SÃO LUIZ (98)

JMF de Lira - Centro
Rua da Palma 502 - fone 3221-0715

JAC Muniz Livros - Centro
Rua São João 473 - fone 3232-5625

MINAS GERAIS - BELO HORIZONTE (31)

Frater Livros - Floresta
Rua Jacui 750 - fone 3442-4003

PARANÁ - CURITIBA (41)

Pimpão Livros - Novo Mundo
Rua Gal. Potiguara, 1428 - fone 3567-7833

Livraria do Chaim - Centro
Rua General Carneiro 441 - fone 3264-3484

PARANÁ - LONDRINA (43)

Hahn Livros - Centro
Rua Senador Souza Naves 158 - fone 3337-3129

RIO GRANDE DO NORTE - NATAL (84)

Poty Livros - Centro
Rua Felipe Camarão 609 - fone 3211-2001

Livraria Vozes - Cidade Alta
Av Deodoro da Fonseca 618 - fone 3201-8369

RIO GRANDE DO SUL - PORTO ALEGRE (51)

Wilson Distribuidora de Livros - Centro
Rua Demétrio Ribeiro 845 - fone 3221-5931

Livraria Vozes - Centro
Rua do Riachuelo 1280 - fone 3226-3911

SANTA CATARINA - FLORIANÓPOLIS (48)

Editora Vozes - Centro
Rua Jerônimo Coelho 308 - fone 3222-4112


SÃO PAULO (11)

Inovação Distribuidora de Livros - Bela Vista
Rua Conselheiro Ramalho 547 - fone 3262-1380

Livraria Cultura - Cerqueira Cesar
Avenida Paulista 2073 - fone 3170-4033
www.livrariacultura.com.br

Acaiaca Distribidora de Livros - Lapa
Rua Jose Maria de Faria 470 - fone 2102-9800

Leitura Dinâmica - Santa Teresinha
Rua Santo Egidio 650 - fone 6236-3536

Distribuidora Loyola - Luz
Rua São Caetano 959 - fone 3322-0100

SERGIPE - SÃO CRISTOVÃO (79)

Abel Livros
Av Governador Joã Alves 117 - fone 3231-5649

TOCANTINS - PALMAS (63)

Livraria Palmas Cultural - Plano Diretor Sul
Quadra 104 sul rua SE 2 conj 3 numero 22 - fone 3215-3123

Reunião de Pais 3: adaptação



Dicas aos Pais
Auxiliando a adaptação das crianças à escola...


♥ Os pais não devem demonstrar sua ansiedade ao filho e, sim, tratar com naturalidade o primeiro contato com a escola.
♥ Converse bastante com a criança, explicando-lhe o que vai ocorrer com ela, sem ocultar dados ou inventar histórias.
♥ Não crie grandes expectativas na criança quanto ao universo escolar. Dê a ela autonomia e liberdade necessárias para descobrir o que a escola pode lhe oferecer.
♥ Leve a criança à escola antes do começo do ano letivo. Esta iniciativa faz com que ela comece a se familiarizar com o ambiente escolar.
♥ Ao deixar seu filho, na porta da escola, não use “artifícios” para distraí-lo e poder ir embora. Mesmo que “abra um berreiro”, é melhor que veja você indo embora, do que pense que você sumiu de repente.
♥ É fundamental que os pais não se atrasem para buscar os filhos, para que eles não tenham a terrível sensação de que não voltarão para casa. Os filhos sentem-se mais seguros ao ver os pais à porta da escola.
♥ No período de adaptação escolar da criança, não deixe de levá-la à escola.
♥ Não mude hábitos da criança durante o período de adaptação, tais como tirar suas fraldas ou a chupeta, por exemplo.

Fonte: Internet (Jornal Educar/2001)

Organizado por Ivanise Meyer ®

19 de jan de 2008

Matemática 16: Tangram

▲ ▼ ▲ Tangram ▲ ▼ ▲
Postei sobre o tangram
(quebra-cabeça de origem chinesa)
no meu blog
Baú das Dobraduras:

Espero sua visita!
Ivanise :)

16 de jan de 2008

Matemática 15: Apostila de Matemática

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Brincando com a Matemática
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Prof.ª Ivanise Meyer
Oficina: Brincando com a Matemática

VI SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO INFANTIL
promovido pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro (2007)
Esta oficina já foi ministrada por mim em vários seminários da Prefeitura,
sempre com o mesmo título.
<><><><><><><><><><>
Você pode copiar o texto da apostila, peço o favor de preservar os créditos.

Apostila: Parte 3

Algumas sugestões de atividades envolvendo conhecimentos matemáticos:


1. TANGRAM (quebra-cabeça tradicional)
- Pode ser feito com as crianças em diversos materiais: papel, cartolina, emborrachado, etc. Também é comercializado em madeira pintada.
- Brincar de formar figuras (livre ou dirigido).


Figura formada com o Tangran.

Tangran de madeira.



2. JOGO DO TABULEIRO
- Material: tabuleiro individual com 20 divisões, um dado com pontos ou numeração, material de contagem para preencher o tabuleiro (fichas, tampinhas, etc).
- Aplicação: cada jogador, na sua vez, joga o dado e coloca no tabuleiro o número de tampinhas indicado no dado. Os jogadores devem encher seus tabuleiros.

3. JOGO TIRANDO DO PRATO
- Material: pratos de papelão ou isopor (um para cada criança), material de contagem (ex.: 20 para cada criança), dado.
- Aplicação: os jogadores começam com 20 objetos dentro do prato e revezam-se jogando o dado, retirando as peças, quantas indicadas pela quantidade que nele aparece. Vence quem esvaziar seu prato primeiro.

4. BATALHA
- Material: baralho de cartas de ÁS a 10.
- Aplicação: um dos jogadores distribui (divide) todas as cartas entre todos. Cada criança arruma sua pilha com as cartas viradas para baixo, sem olhar para as faces numeradas. Os jogadores da mesa (2, 3 ou 4) viram a carta superior da sua pilha e COMPARAM os números. Aquele que virar a carta de quantidade “maior” (número maior) pega todas para si e coloca num monte à parte. Jogar até as pilhas terminarem.
- Se abrirem cartas de mesmo valor, deixar na mesa e virar as próximas do seu monte.
- Vence aquele que pegar o maior número de cartas (estratégias: comparar a altura das pilhas, contar, estimar).

5. LOTO DE QUANTIDADE
- Material: dado com pontos, cartelas com desenhos da configuração do dado e fichas para marcar as cartelas sorteadas.
- Aplicação: cada jogador recebe uma cartela com três desenhos que representem uma das faces do dado. Na sua vez, joga o dado e se tiver na sua cartela um desenho IGUAL ao da face sorteada, deve cobri-la com a ficha. Termina quando alguém cobrir os três desenhos da sua cartela.

6. JOGO DO 1 OU 2
- Material: dado com apenas os números 1 e 2, ou fichas em uma sacola (números 1 e 2).
- Aplicação: Cada jogador, na sua vez, joga o dado, ou retira uma ficha. O jogador lê o número e procura identificar em seu corpo partes que sejam únicas (ex.: nariz, boca, cabeça, etc) ou duplas (olhos, orelhas, braços, etc). Não pode repetir o que o outro já disse. Caso não lembre, a criança passa a vez. Jogar até esgotar as partes.

7. SACOLA MÁGICA
- Material: uma sacola, um dado, materiais variados (em quantidade).
- Aplicação: uma criança joga o dado, lê o número e retira da sacola a quantidade de objetos correspondente à indicação do dado. Passa a vez a outro jogador, até que todos os objetos sejam retirados da sacola. Podemos comparar as quantidades no final (mais/menos, muitos/poucos).

8. FORMANDO GRUPOS
- Material: apito, cartazes com números escritos.
- Aplicação: as crianças se espalham em um lugar amplo, até que se toque o apito. A professora mostra um cartaz com o número e as crianças deverão formar grupos com os componentes de acordo com o número dito.
- Discutir: quantos conjuntos? Quantas crianças ficaram de fora?

9. O QUE É, O QUE É?
- Material: uma sacola e os blocos lógicos (sugiro 4 peças diferentes).
- Aplicação: Selecionar as peças colocadas dentro do saco e mostrar às crianças. A criança coloca a mão no saco e através do tato identificará a forma que tateou. À medida que forem retiradas do saco, perguntar quantas ainda faltam.
- Variação: a professora coloca a mão, descreve e as crianças tentam adivinhar. Ex.: tem quatro lados do mesmo tamanho (quadrado).

10. DEZ COLORIDOS
- Material: canudos coloridos, copos de plástico e cartões com as cores dos canudinhos disponíveis.
- Aplicação: as crianças formam grupos e cada uma retira de uma caixa maior um número determinado de canudinhos coloridos (ex.: pegue 10 canudinhos coloridos) e coloca em seu copo. Quando a professora sortear uma COR, os componentes colocam seus canudinhos da cor sorteada no centro da mesa. Solicitar que contem o total de canudinhos. Registrar os valores de cada grupo e recolher os canudinhos do grupo.
- Variação: o jogo pode ser individual (cada criança retira os canudos) e contam quem tirou mais / menos / mesma quantidade, etc.

<><><><><><><><><>

Para ler mais (sugestões de jogos em Kammi, Cerquetti-Aberkane e Smole):

BORGES, Teresa Maria Machado. A criança em idade pré-escolar. São Paulo: Ática, 1994.
CERQUETTI-ABERKANE, Françoise e BERDONNEAU, Catherine. O ensino da matemática na educação infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
KAMMI, Constance. A criança e o número. Campinas, SP: Papirus, 1990.
LEE, Roger. Tangram. Editora Isis.
LORENZATO, Sergio. Educação Infantil e percepção matemática. São Paulo: Autores Associados, 2006.
MEYER, Ivanise C. R. Brincar & Viver: projetos em educação infantil. 3.ª ed. Rio de Janeiro: WAK, 2007.
SEBER, Maria da Gloria. Construção da inteligência da criança: atividades do período pré-operatório. São Paulo: Scipione, 1995.
SMOLE, Kátia. A matemática na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2000a.
SMOLE, Kátia et allli. Coleção Matemática de 0 a 6: resolução de problemas. Porto Alegre: Artmed, 2000b.
SMOLE, Kátia et alli. Coleção Matemática 0 a 6: brincadeiras infantis nas aulas de matemática. Porto Alegre: Artmed, 2000c.
Site: http://www.mathema.com.br/ (jogos e textos – coordenado por Kátia Smole)

Organizado por Ivanise Meyer®

PS: Estou organizando no meu álbum Picasa as fotos desses jogos. Aguardem!!!

15 de jan de 2008

Apostila: Parte 2


A tabela a seguir, de autoria de Smole (2000a, p.167), apresenta uma seleção de atividades e as ligações com as áreas de conhecimento. Qualquer recurso didático deve servir para que os alunos aprofundem e ampliem os significados que constroem mediante sua participação nas atividades de aprendizagem (2000a, p.172):
  • JOGO
    Material: Baralhos, dados, dominó, vareta, boliche, tabuleiros, diversos jogos comerciais, fichas, botões e etc.
    Finalidade para a Matemática: Desenvolver habilidades numéricas, espaciais e trabalhar com habilidades de resolução de problemas.
    Tipo de registro a ser desenvolvido: Oral, escrito e desenho.

  • LITERATURA INFANTIL
    Material: Livros diversos, fantoches (teatro), flanelógrafo, massa de modelar, vídeo, papel para dobradura, sucata e etc.
    Finalidade: Desenvolver processos de leitura e escrita, trabalhar com a resolução de problemas, noções de números, medidas e geometria.
    Tipo de registro: Oral, escrito, desenho, modelagem, dramatização e produção de livros próprios.

  • BRINCADEIRAS, PARLENDAS E CANTIGAS DE RODA
    Material: Músicas em CD ou K7, corda, bola, bolinha de gude, papel, amarelinha, etc.
    Finalidade: Desenvolver a percepção e a localização espacial, desenvolver noções de medida e números, desenvolver a organização do esquema corporal.
    Tipo de registro: Oral, desenho, corporal e escrito.

  • PROBLEMAS DE PALAVRAS
    Material: Papel (suporte), vídeo, fichas, botões, sucata e uma boa coleção de problemas (“problemoteca”).
    Finalidade: Desenvolver as habilidade de ler, formular, compreender e resolver problemas, propiciar situações para abordar noções de números, medidas e geometria.
    Tipo de registro: Oral, escrito, desenho, livro de problemas, cartazes com problemas.

  • EXPLORAÇÃO DE FIGURAS GEOMÉTRICAS
    Material: Tangram, blocos lógicos, quebra-cabeças, geoplano, sólidos geométricos, figuras, elástico, barbante, material de sucata, papel de dobradura, etc.
    Finalidade: Desenvolver a percepção espacial, trabalhar com a capacidade de identificar, modelar, representar e comparar figuras geométricas planas e não planas, trabalhar com composição e decomposição de figuras.
    Tipo de registro: Desenho, maquetes, livro de formas, móbiles, etc.

  • CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS
    Material: Papel (suporte), hidrocor, tesoura, cola, régua.
    Finalidade: Desenvolver noções relativas a números e estatística, desenvolver a percepção e a localização espacial.
    Tipo de registro: Desenho, texto escrito sobre conclusões e diferentes gráficos.

<><><><><><><><><><><>

Obs.: Não pude colocar a tabela, mas os dados são os mesmos.

<><><><><><><><><><>

Organizado por Ivanise Meyer ®

Apostila: Parte 1

Brincando com a Matemática
(oficina para professores)

A Educação Infantil tem caráter interdisciplinar, partindo deste pressuposto, objetivamos na oficina: a) vivenciar situações onde o uso e a prática social da matemática estejam presentes; b) interligar as áreas do conhecimento através de estratégias que permitam às crianças desenvolver suas habilidades; c) ampliar o repertório de situações didáticas propostas pelos professores usando como atividades: jogos, literatura infantil, brincadeiras infantis (parlendas e cantigas), situações-problema, exploração de figuras geométricas e construção de gráficos e tabelas.

Para Kátia Smole (2000a), uma “proposta de trabalho de matemática para a escola infantil deve encorajar a exploração de uma grande variedade de idéias matemáticas relativas a números, medidas, geometria e noções rudimentares de estatística, de forma que as crianças desenvolvam e conservem um prazer e uma curiosidade acerca da matemática. Uma proposta assim incorpora contextos do mundo real, as experiências e a linguagem natural da criança no desenvolvimento das noções matemáticas, sem, no entanto, esquecer que a escola deve fazer o aluno ir além do que parece saber, deve tentar compreender como ele pensa e fazer as interferências no sentido de levar cada aluno a ampliar progressivamente suas noções matemáticas (p.62).”
Para que a aprendizagem aconteça, ela deve ser significativa, exigindo que:
- Seja vista como compreensão de significados;
- Se relacione com experiências anteriores, vivências pessoais e outros conhecimentos;
- Permita a formulação de problemas de algum modo desafiantes, que incentivem cada vez mais;
- Permita o estabelecimento de diferentes tipos de relações entre fatos, objetos, acontecimentos, noções, conceitos, etc;
- Permita a utilização do que é aprendido em diferentes situações;
- Permita modificações de comportamento.

Uma das habilidades desenvolvidas no estudo da matemática é a de resolver problemas: um problema é toda a situação que permita algum questionamento ou investigação (Smole, 2000b, p.13). As situações-problema podem ser: planejadas, jogos, busca e seleção de informações, resolução de problemas não-convencionais e, até mesmo, convencionais, desde que permitam o desafio.

Os conteúdos foram organizados a partir do Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil (RCNEI), da Multieducação e da bibliografia. Estão classificados pela área de abrangência, mas não quer dizer que sejam trabalhados nesta “seqüência”. Estes conteúdos não estão separados pela faixa etária, pois a complexidade da abordagem e das propostas serão definidas a partir de cada turma.

Conteúdos Matemáticos para a Educação Infantil:

Ações perceptivas e os atributos dos materiais (conhecimento físico)
. Auditivas: som (altura, duração, intensidade, etc).
. Olfativas e gustativas: odores e sabores.
. Táteis: forma, tamanho, espessura, textura, peso, consistência e temperatura.
. Visuais: forma, cor, tamanho e espessura.

Agrupamentos (CLASSES) e ordenações (SÉRIES) (conhecimento lógico-matemático)
· Comparação entre objetos.
· Relações comparativas (maior que, menor que, do mesmo tamanho, etc).
· Seriação de objetos de acordo com atributos.

Conceito de Número (conhecimento lógico-matemático)
· Numeral (conhecimento social).
· Associação número/numeral.

Problemas e operações matemáticas
· Problemas: envolvendo movimentos corporais, de lógica, simulações da realidade, usando materiais manipuláveis, de texto, de rimas, de adivinhas e jogos.

Sistema monetário
· Noções de “troca”.
· Identificação de notas e moedas brasileiras.

Noções de estatística
· Tabelas, gráficos, coleta de dados (votação) e pesquisa de opinião.

Medidas
· Recursos não convencionais: passos, palmos, barbantes, palitos, etc.
· Recursos convencionais: metro, quilo e litro.
· Noções de conservação (quantidades contínuas: massa e volume)
· Comparações por OPOSIÇÃO: pesado/leve, maior/menor, comprido/curto, largo/estreito, líquido/sólido.

Noção de TEMPO
· Seqüência temporal (início / meio / fim)
· Seqüência causal (causa / efeito)
· Noção de duração
· Instrumentos para marcação de tempo.

Noção de ESPAÇO
· Espaços internos, externos e fronteiras.
· Figuras planas: triângulo, quadrado, retângulo, círculo, trapézio, pentágono, hexágono, etc.
· Relação espacial contida nos objetos e entre os objetos.
· Sólidos geométricos: cubo, pirâmide, esfera, etc.


Organizado por Ivanise Meyer ®

14 de jan de 2008

Matemática 14: Atividades R.C.

Atividades com as réguas Cuisenaire
Como o blog se destina a uma faixa ampla de professores,
sugiro que selecione as atividades de acordo com a faixa etária que você atende.
Conforme a turma avança, avançamos nos jogos.
Por conta do tamanho das peças de madeira,
não recomendo o uso desse material
para crianças entre 0 a 3 anos (podem colocar na boca e engolir).
~~~~~~~
Jogo livre
~~~~~~~

As crianças brincam e fazem montagem de figuras, juntando as barras em diferentes formas, familiarizando-se com o material e usando a criatividade.
Após esse período de sensibilização, você pode montar pranchas em papel A4 (ou cartolina) com "perfis" das barras (só contorno) para que as crianças encaixem as réguas e descubram os "tamanhos". Sugiro que esses contornos formem "desenhos" como carrinhos, casas, flores, etc.

As crianças através dessas brincadeiras podem fazer classificações espontâneas por cor, tamanho ou forma.


~~~~~~~~~~~~~~~~~

Percepção do tamanho

~~~~~~~~~~~~~~~~~

Mostrar réguas diferentes e perguntar às crianças se são iguais ou não. A partir de suas respostas, levá-las a pensar que, por exemplo, qualquer régua amarela é menor do que qualquer régua azul.

Oferecer oportunidade para que todas as réguas sejam comparadas.

Sugerir que façam comparações sobrepondo as barrinhas.

~~~~~~~~~~~~~~~

Seqüência numérica

~~~~~~~~~~~~~~~

Propor que peguem algumas barras brancas e uma vermelha. Quantas barras brancas são necessárias para formar uma barra do mesmo tamanho do que a vermelha?

Propor essa atividade comparando as demais barras com as brancas.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Jogo de formar trenzinhos
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


· Peça aos alunos que formem um trenzinho com barras da mesma cor. Depois, pinte-o na folha quadriculada.
· Depois, outro trenzinho usando duas cores de barras diferentes, depois, pinte-o na folha quadriculada.
· Também peça para eles fazerem outro trenzinho, com as cores que desejarem.· Eles deverão mostrar aos amigos e pintá-los na folha quadriculada.

~~~~~~~~~~~~
Jogo da ordem
~~~~~~~~~~~~
Os alunos devem executar as seguintes ordens:
· Trabalho em dupla: Peguem o material e separem uma barra de cada cor. Comparem e verifiquem o tamanho de cada barra. Converse com seu amigo e descubra qual é a barra “menor”. Comece a montar “uma escada”, isto é, coloque as barras uma ao lado da outra, formando os “degraus de sua escada”, de acordo com o tamanho, começando da menor para a maior.
· As crianças deverão descobrir que as escadas são: (+1) na ordem crescente e (–1) na decrescente. Não falar em números.
Pinte as barras de sua escada no quadriculado, nas cores correspondentes.

Agora, observe a escada formada pelas barras e responda:
· Qual barra é menor?
· Qual é a maior?
· Qual vem depois da vermelha?
· Qual barra vem antes da verde-escura?
· Qual é a barra que completa cada degrau da escada, deixando o degrau do tamanho da barra seguinte?
· Quantas barras brancas formam uma verde-clara?
· Descubra, com o material, quantas barras brancas são necessárias para formar cada barra colorida. Deixe-as montadas e registre no caderno as descobertas.
· Exemplo: uma barra lilás = quatro barras brancas · O que você pôde observar quando completou cada barra colorida com barras brancas? Converse com o grupo e registre as conclusões.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Jogo da formação de números

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Pegue seu Material Cuisenaire.

Descubra combinações usando apenas duas barras, que juntas, tenham o mesmo comprimento de uma outra barra.

Exemplos:

*vermelha = branca + branca

*verde-claro = branca + vermelha

*verde-claro = vermelha + branca

*lilás = vermelha + vermelha

*lilás = verde-claro + branca

*lilás = branca + verde-claro


· Pinte as combinações que você descobriu na folha quadriculada.


~~~~~~~~~~~~
Jogo da adição
~~~~~~~~~~~
· Para formar os quadros do jogo anterior, você encontrou duas barras que, juntas, tinham o mesmo comprimento de outra barra.
· Descubra e complete, observando a barra vermelha e a combinação equivalente a ela que você pintou:
Você usou ____ barra branca mais uma barra _______ o que equivale a uma barra vermelha, isto é, 1 + 1 = 2.
· Escreva a adição ao lado de cada representação que você fez do jogo anterior.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Jogo da adição com mais barras
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


· Pegue seu Material Cuisenaire e separe a barra amarela.
· Aos alunos proponha que eles façam adições equivalentes usando duas barras, perguntando: o que você pode descobrir? (Os alunos podem fazer as seguintes descobertas: é possível trocar, comutar (substituir) a posição numa adição, sem que o resultado se altere 3 + 2 = 2 + 3 => Propriedade Comutativa da Adição.
· Registre em seu caderno as descobertas, sem precisar usar os termos da propriedade.
· Agora use “três barras que juntas” alcancem o mesmo comprimento da barra marrom.
· Monte todas as opções que você descobrir.

Exemplo: barra marrom = 1 + 1 + 6; 2 + 1 + 5; 5 + 2 + 1; etc.

· Registre as adições de cada combinação que você descobriu para formar a barra marrom.

Fontes: Revista Nova Escola (1997), http://www.eaprender.com.br/ , http://www.somatematica.com.br/
e arquivos pessoais.
Material sugerido: Réguas Cuisenaire, papel quadriculado (1 cmX 1cm) e lápis de cor.
<><><><><><><><><>
Organizado por Ivanise Meyer ®

Matemática 13: Réguas Cuisenaire


~~~~~~~~~~~~~~
Réguas Cuisenaire
~~~~~~~~~~~~~~
Criado por Georges Cuisenaire (1891-1976), é composto de barras em forma de prismas quadrangulares, feitas de madeira, com cores padronizadas. Os comprimentos variam de 1 em 1 centímetro, indo de 1 a 10.

Utilizado para: explorar seqüência numérica; frações (o aluno identifica as relações entre a parte e o todo); coordenação motora; memória; análise-sintese; constância de percepção de forma, tamanho e cores.

<><><><><><><>

Este material, de Georges Cuisenaire (1953) consiste em dez peças confeccionadas em cores diferentes:
• Branca = 1

• Vermelha = 2

• Verde clara = 3

• Carmim = 4

• Amarela = 5

• Verde escura = 6

• Preta = 7

• Marrom = 8

• Azul = 9

• Alaranjada = 10


A menor peça é um cubo com um centímetro de aresta e indica a unidade. A partir deste cubo são construídas as demais peças.
A segunda peça é um paralelepípedo, cuja base, igual ao cubo e altura dupla correspondente a dois cubos, indica a quantidade dois.
A terceira peça é, também, um paralelepípedo com a base, igual ao cubo e a altura tripla, ou seja, correspondente a três cubos, indica a quantidade três.
E, assim, as outras peças continuam a aumentar até chegar à altura igual a dez vezes a aresta do cubo.
Deve ser observado que, na construção do material por Cuisenaire, houve a preocupação de fazer uma associação entre número e cor:


- A peça menor, cubo, que corresponde à unidade, é branca;

- As peças 2, 4 e 8 são: vermelha, carmim e marrom (nuances do vermelho);

- As peças 3, 6 e 9 são: verde clara, verde escura azul (nuances do verde/azul);

- As peças 5 e 10 são amarela e alaranjada (nuances do amarelo);

- A peça 7 é preta.


Deve-se notar, ainda, a seguinte associação:
- As peças branca e preta são únicas, ou seja, não possuem nuances e correspondem aos números primos 1 e 7;

- Os conjuntos: 2, 4 e 8; 3, 6 9; 5 e 10 evidenciam os dobros, triplos, as potências 2 e 3.


Com as dez peças o professor tem um recurso material excelente para o ensino da matemática.


Emile-Georges Cuisenaire
O professor belga, nascido em 1891, criou as chamadas "barrinhas Cuisenaire". Trata-se de um jogo de iniciação à matemática. A manipulação das barrinhas obriga cada criança a reconstruir a aritmética, conforme as suas possibilidades e diferenças em cada etapa de crescimento. Ela é levada a ver, fazer, calcular, comprovar e compreender, segundo uma progressão que vai dos sentidos à inteligência. Ao mesmo tempo, aprende a criar equivalências.
<><><><><><><><>

Organizado por Ivanise Meyer ®

Reunião de Pais 2

As Crianças Aprendem o que Vivem


Se as crianças vivem em meio a críticas,
aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade,

aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas,

irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha,

aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo,

aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância,

aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios,

aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação,

aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação,

aprenderão a gostar de si mesmos.
Se as crianças vivem onde há honestidade,

aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança,

aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade,

aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.

Dorothy Law Nolte
Organizado por Ivanise Meyer ®

Reunião de Pais 1

Um novo ano começa


Um ano cheio de dúvidas
E, ao mesmo tempo,
cheio de esperanças.
Mas nesse ano,
há um dia especial pra mim.

Posso ir muito contente.
Mas se por acaso eu chorar,
quando à escola entrar,
não fique com pena de mim.
É que vou ficar longe de você...
Mas lá vou encontrar segurança,
dedicação, atenção,
e principalmente, amor.

Não se preocupe com lápis, borracha e caderno...
Eu só os usarei depois de muito brincar, recortar,
colar, desenhar, pintar...

Pergunte o que fiz na escola
e não jogue fora os meus trabalhinhos,
eles são muito importantes para mim!
Tudo isso fará de mim uma
CRIANÇA FELIZ!

Usei essa mensagem na 1.ª reunião de pais em 2002.

Mensagem 5: Tudo que eu devia saber


Tudo que eu devia saber aprendi no Jardim de Infância
Robert Fulghum (adaptado e traduzido por Paulo R. Motta)

A maioria das coisas que eu realmente precisava aprender sobre como viver, fazer e ser, eu aprendi no Jardim de Infância.

Sapiência não se encontrava no topo da montanha das escolas de pós-graduação, mas no pátio do jardim.

Essas são as coisas que aprendi: compartilhar todas as coisas; “jogue limpo” e não bata nos colegas. Não pegue nada que não seja seu; limpe a bagunça que você fez. Coloque tudo de volta nos seus lugares. Peça desculpas quando você magoar alguém. Sempre dê a descarga e lave as mãos, sobretudo, antes das refeições. Viva uma vida equilibrada: além de trabalhar, desenhe, pinte, cante e dance um pouco todos os dias. Lembre-se também de que leite frio e biscoitos fresquinhos podem ser bons para você.

Tire uma soneca à tarde e, quando sair às ruas, cuidado com o trânsito, dêem as mãos e permaneçam juntos. Cultive a imaginação. Lembre-se da semente de feijão que a professora colocava no vaso de água. As raízes cresciam para baixo e as folhas para cima e ninguém sabia explicar por quê. Nós somos parecidos. Os peixinhos do aquário, os passarinhos da gaiola, as sementes do feijão, todos morrem também.

Recorde-se do grande e melhor conselho da época: Olhe! Olhe ao seu redor! Tudo o que você precisa saber está aí a sua volta. As regras de ouro: paz, amor, ecologia e uma vida saudável.

Imagine como o mundo seria melhor se todos tivessem um lanchinho com leite e biscoitos às 3 da tarde e, em seguida tirassem uma soneca. Imagine se fosse política nacional que todos os cidadãos tivessem que limpar a sua própria bagunça e colocar as coisas de volta em seus lugares. Imagine se todos dessem as mãos e permanecessem juntos.
*********************


Fonte: Tudo que Eu Devia Saber Aprendi no Jardim de infância
Robert Fulghum – ed. Best Seller (ISBN 8571239045)
************************
Este texto é um resumo da tese do Dr. Robert Fulghum,
transformada em livro que se tornou um best-seller nos Estados Unidos.
Escritor Americano, cujos livros estão traduzidos em 27 línguas.
É filósofo, teólogo, dedica-se às Artes e
é professor numa universidade americana.

Organizado por Ivanise Meyer ®

11 de jan de 2008

Mensagem 4: Para você, professora

Você escolheu a profissão de dar amor às crianças. É claro que você não precisa de receitas, mas se for curiosa, dê uma espiada na minha

Receitinha de Amor

MUITA PACIÊNCIA

(Cada garotinho é um planeta;

cada planeta obedece a um ritmo próprio.

É preciso esperar...)

MUITA HUMILDADE

(O amor não pode estar centrado em mim.

Tem que estar centrado no outro.

Um golpe mortal na minha vaidade.)

MUITO CONTROLE

(Não devo rotular ninguém, prendê-lo num

quadrado de ferro.

Nenhum menino é; está sendo.)

MUITA SENSIBILIDADE

(Os frios e "snobs" matam o amor e geram

os inflexíveis e distantes.)

De resto, é muita conversinha, muito risinho,

muita brincadeirinha,

olhares, coisinhas, ternura, silêncio para escutar.

E por fim é só lembrar

que hoje ele é apenas um garotinho.

Depende de nós.

Amanhã

nós é que dependeremos dele.

Maria Mazzetti

Estava arrumando meu armário e encontrei essa mensagem que recebi em um curso de Alfabetização em 16/01/1982 (meu último ano do Normal)...
O tempo voa, né?!
♥♥♥♥♥♥
Adoro a poesia da Maria Mazzetti e trouxe essa "receitinha" para dividir com vocês.
Um beijinho,
Ivanise ☺

10 de jan de 2008

Matemática 12: Atividades com B.L.

" Blocos Lógicos "
Atividades

Material : um jogo de blocos lógicos contém 48 peças divididas em três cores (amarelo, azul e vermelho), quatro formas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo), dois tamanhos (grande e pequeno) e duas espessuras (fino e grosso).

Alunos: a turma estará dividida em pequenos grupos para a realização das atividades.

~~~~~~~~~~~~
1 - JOGO LIVRE
~~~~~~~~~~~~


Primeiramente, os alunos reconhecerão o material. Formarão desenhos com as formas dos blocos lógicos, observando e comparando as cores, os tamanhos e as formas. Esse trabalho poderá ser feito em grupo, pois os alunos, através de diálogos, enriquecerão o conhecimento das características físicas de cada bloco.



Trenzinho feito com círculos, quadrados e retângulos: formas livres no primeiro contato das crianças com as peças dos blocos lógicos.


Dica da Ivanise:
"Após esse período de "jogo livre", estabeleça com as crianças um quadro com os atributos para que possam consultar nas outras atividades propostas. Não esqueça de utilizar essa "linguagem" durante qualquer proposta com os blocos. Evite "apelidar" os atributos, pois torna confusa a caracterização das peças."
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
2. EMPILHANDO PEÇAS
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Peças do material espalhadas pela mesa (ou pelo chão). Cada aluno deverá pegar uma peça e colocar no centro do grupo, de modo que as peças serão empilhadas uma a uma. O aluno deverá fazer de tudo para a “torre” não cair. Para isso os alunos terão que pensar nas peças mais adequadas para a base, meio ou topo da torre deixando as “piores” para o companheiro seguinte. Nesta atividade os alunos desenvolverão a capacidade de discernimento, raciocínio lógico e motricidade.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
3 - JOGO DA CLASSIFICAÇÃO
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Apresentar um quadro às crianças para que classifiquem os blocos. Criar junto com os alunos os atributos que serão dados para os tipos de blocos existentes. Exemplos:
a) as quatro formas: círculo, quadrado, retângulo e triângulo
b) as duas espessuras: grosso e fino
c) os dois tamanhos: pequeno e grande
d) as cores: amarelo, azul e vermelho Fazer em cartolina um quadro.
Escolher alguns atributos e pedir aos alunos que separem os blocos de acordo com os atributos escolhidos. Primeiramente, escolher apenas um atributo (quadrada). Exemplo: separar apenas as peças quadradas.
Depois, ir acrescentando atributos (vermelha, fina, pequena). Os alunos irão completar o quadro com a peça quadrada, pequena, fina e vermelha.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
4 – JOGO ADIVINHE QUAL É A PEÇA
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Dividir a classe em grupos e espalhar os blocos lógicos pelo chão. Para descobrir qual é a peça, as crianças farão uma competição. Dar um comando das características de uma peça (por exemplo: amarelo, triângulo, grande e fino) para um grupo. Em seguida, o grupo deve procurar e selecionar a peça correspondente para mostrá-la, o mais rapidamente possível, às outras equipes. A competição poderá ter como objetivo verificar qual grupo encontra a peça correta primeiro ou de qual grupo encontra mais peças corretas. À medida que acertam, recebem uma pontuação. Outra opção é de cada equipe desafiar os outros grupos da classe distribuindo eles mesmos os atributos.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
5 - O JOGO DAS DIFERENÇAS
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Neste jogo os alunos observarão três peças sobre um quadro contendo 3 peças.
Exemplo:1- triângulo, amarelo, grosso e grande; 2- quadrado, amarelo, grosso e grande; 3- retângulo, amarelo, grosso e grande; Eles deverão escolher a quarta peça (círculo, amarelo, grosso e grande) observando que, entre ela e sua vizinha, deverá haver o mesmo número de diferenças existente entre as outras duas peças do quadro (a diferença na forma). As peças serão colocadas pela professora de forma que, em primeiro lugar, haja apenas uma diferença. Depois duas, três e, por fim, quatro diferenças entre as peças. Os alunos farão comparações cada vez mais rápidas quando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas as condições.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
6 - SIGA OS COMANDOS
~~~~~~~~~~~~~~~~~~

As crianças vão transformar uma peça em outra seguindo uma seqüência de comandos estabelecida pelo professor. Esses comandos são indicados numa linha por setas combinadas com atributos. No exemplo da foto, vemos uma seqüência iniciada com os atributos círculo, azul e grosso. As crianças então escolhem a peça correspondente. O comando seguinte é mudar para a cor vermelha. As crianças selecionam um círculo grosso e vermelho. Em seguida, devem mudar para a espessura fina. Então, um círculo vermelho e fino é selecionado. Assim por diante, o professor pode continuar acrescentando comandos ou pode apresentar uma seqüência pronta. Depois é feito o processo inverso.

As crianças são então apresentadas a uma nova seqüência de comandos, já com a última peça. Elas deverão reverter os comandos para chegar à peça de partida. A atividade é essencial para o entendimento das operações aritméticas, principalmente a soma como inverso da subtração e a multiplicação como inverso da divisão. E também contribui, no futuro, para que as crianças resolvam problemas e entendam demonstrações, atividades que exigem uma forma de raciocínio em etapas seqüenciais.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
7 - A HISTÓRIA DO PIRATA
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Agora, contar a seguinte história: "Era uma vez um pirata que adorava tesouros. Havia no porão de seu navio um baú carregado de pedras preciosas. Nesse porão, ninguém entrava. Somente o pirata tinha a chave. Mas sua felicidade durou pouco. Numa das viagens, uma tempestade virou seu barco e obrigou todos os marinheiros a se refugiarem numa ilha. Furioso, o pirata ordenou que eles voltassem a nado para resgatar o tesouro. Mas, quando retornaram, os marujos disseram que o baú havia sumido. 'Um de vocês pegou', esbravejou o pirata desconfiado." Nesse ponto, começa o jogo com as crianças. Peça que cada uma escolha um bloco lógico. Ao observar as peças sorteadas, escolha uma delas sem comunicar às crianças qual é. Ela será a chave para descobrir o "marujo" que está com o tesouro. Apresente então um quadro com três colunas (veja abaixo). Supondo que a peça escolhida seja um triângulo pequeno, azul e grosso, você diz: "Quem pegou o tesouro tem a peça azul". Pedindo a ajuda das crianças, preencha os atributos no quadro. Em seguida, dê outra dica: "Quem pegou o tesouro tem a forma triangular". Siga até chegar ao marinheiro que esconde o tesouro. A atividade estimula mais que a comparação visual. Também exercita a comparação entre o atributo, agora imaginado pela criança, e a peça que a criança tem na mão. A negação (segunda coluna do quadro) leva à classificação e ajuda a compreender, por exemplo, que um número pertence a um e não a outro conjunto numérico.
A atividade número 7 seria ideal para trabalhar o conceito de pertinência. O tesouro pertence à coluna (conjunto) “Quem pegou o tesouro?” e não pertence à coluna (conjunto) “Quem não pegou o tesouro?”. Além disso, o conjunto das peças azuis e triangulares (*) está contido no conjunto das peças azuis e o conjunto das peças triangulares contém o mesmo (*).
~~~~~~~~~
8 – DOMINÓ
~~~~~~~~~

Essa atividade é semelhante ao jogo de dominó.
As peças serão distribuídas entre os alunos sendo que uma delas será escolhida pelo professor para ser a peça inicial do jogo. O professor estabelece o nível de dificuldade da atividade estipulando o número de diferenças que deve haver entre as peças. Supondo que deva haver uma diferença entre as peças e que a peça inicial seja um triângulo vermelho pequeno e grosso. A peça seguinte deverá conter apenas uma diferença, como por exemplo, um triângulo amarelo pequeno e grosso (a diferença nesse caso é a cor). A atividade segue até que uma das crianças termine suas peças. As demais deverão sempre conferir se a peça colocada pelo colega “serve”, ou seja, se contém o número de diferenças estipulado pela professora.
***********
OBSERVAÇÃO:
Esse material é muito utilizado no trabalho com conjuntos (notações, relação de pertinência, relação de inclusão, união e intersecção de conjuntos). As diferenças existentes entre as peças são utilizadas nessas construções e as atividades realizadas anteriormente são maneiras de internalizar estes conceitos.
Após a realização dessas atividades, outras podem ser realizadas.

************

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
9 – CONJUNTO DAS PARTES
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Para essa atividade são necessários quatro dados: um com o desenho dos blocos em cada face (triângulo, quadrado, círculo e retângulo), outro com as faces coloridas (azul, amarelo e vermelho), outro com a grandeza (grande e pequeno) e outro com a espessura (grosso e fino).
Uma criança lança o primeiro dado e retira do conjunto de blocos as peças que satisfazem a característica da face superior. Lança o segundo dado e retira do subconjunto obtido as peças que satisfazem a característica da face superior. Lança o terceiro dado e retira do último subconjunto obtido as peças que satisfazem a característica indicada no dado. Lança o quarto dado e retira a peça que satisfaz a última condição, chegando, assim, a um conjunto unitário.
Variação:
Se em vez de utilizarmos todas as peças da caixa escolhermos algumas peças aleatórias. Poderemos chegar à noção do conjunto vazio usando o mesmo procedimento. ~

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
10 – DESCOBRINDO A INTERSECÇÃO E A UNIÃO
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Entrega de dois pedaços de cordão para cada grupo para a formação de dois conjuntos. O professor solicita aos grupos que:
retiram da caixa todas as peças triangulares e todas as todas as peças amarelas.
coloquem no interior de uma das curvas todas as peças amarelas e, a seguir, na outra, todas as triangulares.
O professor deverá observar se os grupos atenderam corretamente as ordens dadas e solicitar aos grupos um relato do ocorrido.
***Os alunos perceberão, sem a interferência do professor, que existem peças que devem estar, simultaneamente, no interior das duas curvas. Notarão que para isto ser possível, as curvas não poderão estar separadas. Isto é, existe uma região comum entre eles onde as peças que possuem as duas características, triangulares e amarelas, ficam localizadas (0 professor deve enfatizar este fato).
A partir da descoberta dos alunos, o professor salientará que as curvas representam conjuntos e que a região comum entre ambas forma o conjunto intersecção.
Da mesma forma, se o professor pedir para que construam um conjunto formado por todas as peças amarelas ou triangulares, teremos a definição de união de conjuntos.
Variação:
Usando três cordões, o professor poderá solicitar que no interior de cada curva coloquem, sucessivamente (por exemplo):
- todas as peças circulares;
- todas as peças azuis;
- todas as peças pequenas
e verificar a intersecção entre eles.
***Quando não existir a intersecção eles serão conjuntos disjuntos.

<><><><><><><><><><>
Fontes: Revista Nova Escola (1998)
<><><><><><><><><><>
Como o blog se destina a uma faixa ampla de professores, sugiro que selecione as atividades de acordo com a faixa etária que você atende. Conforme a turma avança, avançamos nos jogos. Para crianças da Educação Infantil (0 a 3 anos) pode-se trabalhar bastante os jogos livres, formação de figuras e descoberta dos atributos.
<><><><><><><><><><>
Organizado por Ivanise Meyer ®

8 de jan de 2008

Matemática 11: Zoltan Paul Dienes

" Dienes "


Dienes em 1972

<><><><><><><><><>

Na década de 1950, este matemático húngaro elaborou um método para exercitar a lógica e desenvolver o raciocínio abstrato, a partir do trabalho de William Hull, sobre os estudos do psicólogo bielo-russo Lev Semenovich Vygotsky (1890-1934). Hull demonstrara que as crianças de 5 anos poderiam chegar a um pensamento lógico mais elevado desde que exercitassem num material concreto, bem adaptado à sua idade. Ele imaginou um conjunto de materiais entre os quais as relações lógicas se estabeleciam por características sensoriais fáceis de serem observadas e diferenciadas por elas.

Matemática 10: Blocos Lógicos

" Blocos lógicos "

A Geometria exige uma maneira específica de raciocinar, explorar e descobrir, fatores que desempenham importante papel na concepção de espaço pela criança.As figuras geométricas mais conhecidas pelos alunos são o quadrado, o retângulo, o triângulo e o círculo que são trabalhadas desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Nas classes de educação infantil, os blocos lógicos, pequenas peças geométricas, criadas na década de 50 pelo matemático húngaro Zoltan Paul Dienes, são bastante eficientes para que os alunos exercitem a lógica e evoluam no raciocínio abstrato. Foram utilizados de modo sistemático com crianças pelo psicólogo russo Vygotsky (1890-1934), quando ele estudava a formação dos conceitos infantis.

Eles facilitarão a vida dos alunos nos futuros encontros com números, operações, equações e outros conceitos da disciplina. Sua função é dar aos alunos idéias das primeiras operações lógicas, como correspondência e classificação. Essa importância atribuída aos materiais concretos tem raiz nas pesquisas do psicólogo suíço Jean Piaget (1896-1980). Segundo Piaget, a aprendizagem da Matemática envolve o conhecimento físico e o lógico-matemático. No caso dos blocos, o conhecimento físico ocorre quando o aluno manuseia, observa e identifica os atributos de cada peça. O lógico-matemático se dá quando ela usa esses atributos sem ter o material em mãos (raciocínio abstrato). Os atributos são:

  • Cor: amarelo, vermelho e azul
  • Forma: quadrado, retângulo, triângulo e círculo
  • Espessura: grosso e fino
  • Tamanho: pequeno e grande

Embora saibamos que as peças dos blocos não representem figuras planas uma vez que todas possuem espessura, acreditamos que elas sejam um recurso importante para uma primeira familiarização dos alunos com os nomes das figuras.

Os alunos da Educação Infantil, na sua grande maioria estão no nível da visualização sugerido pelo casal Van Hiele, no qual as crianças precisam ter as primeiras imagens e as primeiras percepções das formas, o que pode em parte ser trabalhado através dos blocos.

Além disso, o trabalho com blocos lógicos em atividades que exigem da criança a manipulação, construção e representação de objetos estruturados, auxilia o desenvolvimento de habilidades de discriminação e memória visual; constância de forma e tamanho, seqüência e simbolização. As atividades com esse material permitem à criança avançar do reconhecimento das formas para a percepção de suas propriedades, ou seja, caminhar do nível da visualização para o da análise.
O trabalho com blocos lógicos também auxilia os alunos a classificarem formas, ou seja, juntá-las por semelhanças ou separá-las por diferenças. A classificação é uma estrutura lógica que no caso da geometria está relacionada a formação das noções do que são as figuras geométricas e de suas propriedades.
Por exemplo, quando a criança é capaz de separar o quadrado das outras figuras ela executou a ação de classificar e estabeleceu observações sobre as características dessa figura que a distinguem das demais.

São compostos de 48 blocos, com quatro variáveis: cor, forma, tamanho e espessura. Existem três cores: vermelho, azul e amarelo. Quatro formas: quadrado, retângulo, círculo e triângulo. Dois tamanhos: grande e pequeno e duas espessuras: grosso e fino.

<><><><><><><><><>

Organizado por Ivanise Meyer ®

7 de jan de 2008

Linguagem 18: Textos

" Textos do Caderno de Leitura "




Se você desejar todos os textos do caderno de leitura




Organizado por

Ivanise Meyer ®

Tutorial: Bordas pedagógicas

" Como usar bordas pedagógicas? "

Explicações da Kris (bordas copiadas de arquivos baixados pela internet):

1. Abrir o Word;
2. Clicar: inserir / imagem do arquivo e localize a borda que você quer inserir;
3. Ir na barra de ferramentas Caixa de Texto e crie um retângulo onde irá escrever seu texto;
4. Clique na Borda do quadrado menor para poder arrastá-lo até a borda pedagógica que você inseriu anteriormente;
5. Posicione a Caixa de Texto no local desejado dentro da borda;
6. Escreva seu texto e formate com a letra e tamanho a sua escolha.

<><><><><><><>


Como fazer para tirar a Borda e o Fundo branco da Caixa de Texto?

Clique na ferramenta preenchimento (tem um desenho do Baldinho) e clique em sem preenchimento, e na ferramenta Cor da Linha (tem um desenho de um Pincel) e clique em sem linha.
Pronto agora você já tem a sua borda personalizada com o seu texto.

<><><><><><><>
Veja as bordas no meu álbum Picasa:

5 de jan de 2008

Tutorial 2: Fontes

Fontes
Você poderá baixar outras fontes para o seu computador e tornar seus trabalhos mais criativos ainda!
Estes são sites especializados em fontes:
Escolha a que você gostar, clique em download, vai abrir uma pasta e você clica em abrir ou salvar (organize uma pasta de FONTES nos Meus documentos).
Algumas fontes vêm compactadas (winzip) e precisa descompactar depois.
Para adicionar uma nova fonte no seu computador (Windows):

Abra Fontes no Painel de controle.
No menu Arquivo, clique em Instalar nova fonte.
Em Unidades, clique na unidade desejada.
Em Pastas, clique duas vezes na pasta que contém as fontes que deseja adicionar.
Em Lista de fontes, clique na fonte que deseja adicionar e, em seguida, clique em OK.
Para adicionar todas as fontes listadas, clique em Selecionar tudo e, em seguida, clique em OK.

4 de jan de 2008

Mensagem 2: Boas-vindas!


Olá!
Este é meu novo blog.
Estou postando novamente algumas idéias e sugestões de atividades.
Em breve, teremos mais novidades!
Coloquei "marcadores" para facilitar sua pesquisa.
Neste blog você encontrará:
linguagem (leitura e escrita), artes, matemática, movimento, conhecimento social e de mundo.
Veja meus outros endereços:
Baú das Dobraduras, meu site, meu livro, Picasa e disco virtual sobre folclore.
Seja bem-vindo!
Ivanise Meyer

Conhecimento de Mundo 1: Linha de tempo

" Linha de tempo "
(1 dia na vida da criança)


Capa (uma parte fecha sobre a outra, não fica como sanfona)

* ¨ * ¨ *

Sistematizamos nossas conversas sobre nosso dia-a-dia nessa linha de tempo.
Materiais: base (dobrada em 3 partes) em papel de presente, 3 folhas de ofício, lápis de cera (desenhos) e cola branca.
Cortar a base que dê para colar as 3 folhas, uma ao lado da outra, deixando uma margem para os lados da folha e para cima (veja na foto abaixo).
Cada folha trazia uma informação (em todas as folhas, registrei o que a criança desenhou através de "frase" dita por ela):
  • Eu acordo às ____ horas. De manhã, eu gosto de: (desenho da criança)
  • Chego na escola uma hora da tarde. Eu gosto de: (desenho da criança)
  • Saio da escola às cinco horas. À noite, eu gosto de: (desenho da criança)

Na capa, colei uma parlenda que fala do tempo:

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
O tempo perguntou para o tempo:
- Quanto tempo o tempo tem?
O tempo respondeu para o tempo
que o tempo tem tanto tempo
que nem o tempo poderá dizer
quanto tempo o tempo tem...
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Linha de tempo (aberta).



Organizado por Ivanise Meyer ®

Matemática 9: Bingo do folclore


" Bingo do Folclore "
Autoria: Ivanise Meyer


Material: cartelas de bingo, figuras de 8 personagens do folclore, fichas para marcar, números de 1 a 8 para sortear. Observação: essa cartela poderá ser utilizada para jogos com outros personagens.
Como jogar: Colocar os personagens no quadro e numerá-los. Aproveite para perguntar às crianças quais conhecem, sobre histórias, etc. Distribuir as cartelas e observar como relacionam seus números aos personagens numerados. Sortear e se divertir!!! Meus alunos amaram essa brincadeira.
Personagens que escolhi: Saci, Iara, Mula-sem-cabeça, Lobisomem, Negrinho do Pastoreio, Boi bumbá, Boto e Curupira.

<><><><><><><><><><>

Organizado por Ivanise Meyer®
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...