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7 de ago. de 2019

Reunião com Responsáveis

REUNIÃO
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Texto publicado no Facebook em 7/8/2019

Na primeira reunião deste ano foram abelhas e suspiros, na segunda foram "barrinhas de ouro", na terceira a suavidade das borboletas... 
Ainda sinto um frio na barriga quando faço as reuniões com responsáveis. Você tem noção do que é educar/cuidar de 28 crianças ao mesmo tempo? Tem noção da confiança que os responsáveis têm em nosso trabalho? Tem noção que aquelas VIDAS estão ali, diariamente, esperando o nosso melhor sorriso, a nossa melhor explicação, a melhor ambientação possível daquele espaço de convivência que é a sala de aula?
Eu escolhi ser PROFESSORA. Teria capacidade de ter qualquer profissão, não faltaram oportunidades ou formação. Mas, escolhi ser PROFESSORA. Busquei cursos, estudo muito, tenho meu material, planejo, executo e avalio.
Nestes 31 anos no magistério houve momentos difíceis? Sim. Já chorei muito, já me revoltei, já entristeci. Nossa vida na Educação é muito dura. Então, fazer o quê? Buscar soluções e estratégias. Ter fé e esperança.
Eu já dei aula para tanta gente, que perdi a conta. A idade chegou, uma aposentadoria, agora posso curtir minha turminha. Não preciso mais almoçar correndo, sair feito doida pela rua para não me atrasar. Porque a gente precisa gostar do que faz todo dia.
Agradeço aos responsáveis que compareceram nesta manhã. Saibam que preparo tudo com carinho e consideração.
Agradeço a confiança em nosso trabalho na escola. Conto com vocês para avançarmos sempre!
Paz e luz!
Professora Ivanise Meyer
#felicidadedodia


12 de abr. de 2019

Letra Cursiva (letra de mão)


Como ensino as letras cursivas?
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Há alguns anos pensei em fazer essa postagem, mas depois desisti...
Esse continua sendo um assunto complicado. Não desejo "discutir" ou "polemizar".
 Muitas colegas me perguntam: como você ensina a letra cursiva?
Descreverei sobre a maneira que desenvolvi a partir da minha experiência.

Pressupostos para o ensino da letra cursiva
Professora Ivanise Meyer

1) Quem ensina a letra cursiva é o profissional que tem formação pedagógica: o PROFESSOR(A).
Como tudo que é ensinado na escola, a caligrafia precisa de uma metodologia, uma maneira de fazer a criança perceber este tipo de letra e relacioná-la aos outros tipos que já conhece.

2) Ensinar a fazer a letra cursiva NÃO é ensinar a copiar. 
Já cansei de ver alunos (de diversas idades) que copiam, mas que não têm consciência da movimentação correta das letras, outros que não percebem o "espaço" de cada letra, causando frustração e uma letra ilegível.
Copiar é habilidade manual. Tornar a cópia um ato consciente, que envolva a cognição, dá muito trabalho, exige paciência e dedicação do profissional.
Quando a criança não consegue perceber, eu coloco minha mão sobre a mão dela e executo o movimento, apoiando e direcionando o lápis.
Criança canhota precisa de mais atenção, observe como ela pega no lápis, pois ela necessita ver o que está escrevendo.

3) A criança que aprende a fazer a letra bastão (fonte ARIAL), com a movimentação correta, com capricho, é "candidata" a fazer uma letra cursiva com mais facilidade.
Se a criança tem dificuldade na letra bastão, geralmente tem dificuldade na movimentação da letra cursiva.
As crianças precisam ter uma letra legível, que permita a leitura e a escrita.

4) Ensino a letra cursiva para crianças que estão ALFABÉTICAS.
A criança que está na fase alfabética do Sistema de Escrita Alfabética (SEA) tem muito mais facilidade de aprender a caligrafia da cursiva. Essa criança já está com seus conhecimentos estabilizados, podendo se ocupar da movimentação das letras, que é bastante sofisticada.


5) Eu faço um "acordo" com os responsáveis pela criança.
Peço que ninguém da casa adiante o processo,
 pois na maioria das vezes a movimentação não está correta e a criança fica confusa.
Quando possível, eu demonstro em reuniões a movimentação correta das letras.

6) Depois que eu ensino todas as letras minúsculas, usando as sílabas como base, passo às maiúsculas. Depois que estão conscientes da movimentação, uso a cópia de palavras e pequenos textos como um TREINO CALIGRÁFICO.

7) A criança deverá pegar o lápis CORRETAMENTE para fazer qualquer tipo de letra.
Pegar no lápis é um movimento ensinado, ninguém adivinha como se pega em um lápis para escrever, não é algo natural...
  Clique aqui e veja dicas de como ensinar a segurar o lápis.

As maneiras de segurar o lápis se modificam com a idade.
O movimento de "pinça" facilita muito o uso do lápis corretamente.


8) Sou contrária ao ensino de letra cursiva para crianças pré silábicas e silábicas.
Como também desaprovo o ensino de cursiva na Educação Infantil. A criança pequena não tem tempo de concentração e coordenação motora para todo esse esforço.

9) Planeje o treino caligráfico. Escolha um momento de tranquilidade, converse com as crianças, conte histórias, mas garanta informações precisas sobre a movimentação. 
A criança precisa estar concentrada no treino que é motor e visual. Ela ouvirá suas explicações, verá sua movimentação, poderá repetir com o dedinho indicador sobre a mesa.
Algumas precisarão de apoio (apoiar a mão sobre a mão), outras precisarão repetir um movimento mal interpretado, esteja preparado(a) para este momento.

10) Não deixe a criança fazer um movimento de forma errada.
Use a borracha. A borracha é nossa amiga!
Criança que faz a letra com movimento errado, fixa o erro.
É necessário fixar o ACERTO: façam as letras corretamente.

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Já usei caderno de caligrafia, de pauta dupla, com meus alunos para o treinamento.
Em 2015 descobri que tenho síndrome do túnel do carpo, e escrever de forma manuscrita é muito dolorido para mim.
Por isso, a partir de 2016, produzi essas folhas, usando as páginas de um caderno de caligrafia. Digitalizei e imprimi para meus alunos.
Eu ensino os movimentos básicos das letras e vou demonstrando como eles servem para outras letras.

Por que uso as sílabas? 
A dificuldade da escrita cursiva é a UNIÃO entre as letras. Ao usar a sílaba, a UNIÃO entre as letras fica mais simples para ser percebida e ensinada.

Algumas dicas:


Depois de treinar o movimento, sem lápis, sobre a mesa, distribuir a folha (metade de cada vez).
A criança precisa estar concentrada para realizar o treino caligráfico.
Fazer uma letra de cada vez, começando pelo ponto vermelho.
A criança "cobre" o tracejado, que servirá como um apoio. Depois, fará a letra ao lado, sem o apoio do tracejado.
As folhas podem ser repetidas, se necessário. Eu faço a impressão do mesmo treino, frente e verso. Fazemos a frente e envio o verso para ser feito em casa.
Lembre-se: é a professora quem ensina a movimentação correta das letras!

Duração do treino (em turmas com a maioria alfabética): cerca de um mês.
Inicialmente a letra das crianças é bem grandona, com o treinamento vai diminuindo.
Aproximadamente, em dois meses a turma já tem autonomia para traçar as letras cursivas corretamente.
Eu uso as letras tracejadas para cobrir, como exercício de vocabulário e cabeçalho, para fixar os movimentos.
Obs.: o ponto vermelho é onde a criança vai posicionar o lápis para começar o movimento da letra.

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Clique aqui para fazer o download deste arquivo (gratuito) no Google Drive


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Espero ter ajudado sobre o ensino das letras cursivas.
Dá trabalho, mas os resultados são compensadores.
A intenção não é ter uma letra "perfeita", mas aprender a movimentação correta para ter uma letra legível.

Cada criança terá a SUA letra, imprimirá o SEU traço na movimentação ensinada. Mas, a base será a caligrafia ensinada pela professora na escola.

Há casos em que não é possível ensinar a letra cursiva por deficiência motora, transtorno de desenvolvimento ou dificuldade de aprendizagem. Aconselho permanecer na letra tipo bastão (fonte ARIAL), por ter o traçado simples, permitindo que a criança possa se comunicar por escrito.


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Utilizei a fonte "Irineu Letra de mão" para compor essa postagem.
Para facilitar minha vida adquiri as fontes Irineu (cursivas) comprando aqui.

Caso queira, você poderá compartilhar o link desta postagem.
Organizado por Ivanise Meyer®

11 de ago. de 2018

Opinião: Humildade Cognitiva


Humildade Cognitiva
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Texto postado no Facebook em 11/8/2018
Ivanise Meyer

Certa vez, meu professor do curso de Biologia escreveu besouro com "z". Não me lembro qual era a aula, mas recordo de uma colega me perguntando:
- Mas não é com "s"?
Fiquei irritada e respondi: - Veja a idade do professor, vai ver que na época dele era com "z"... Depois, você entendeu o que está escrito? Para quê vai corrigi-lo?
Esse professor era doutor em Biofísica, excelente profissional, dominava o conteúdo como poucos que conheci na área. Por que me importaria se escreveu besouro com "z"?
Sempre que presencio uma pessoa tentando corrigir um palestrante ou um professor, de forma desnecessária, me recordo deste dia.
Quando assisto uma aula, estou na condição de ouvinte. Querer corrigir um palestrante em público, não me parece uma mera contribuição, mas uma "concorrência" cognitiva. Pretender demonstrar conhecimento desta maneira, me parece desrespeitoso.
Já ouvi informações que discordei, seja pelo referencial teórico, ou pela experiência, ou pelo meu pouco conhecimento na área. Porém, na condição de ouvinte, prefiro manter a escuta atenta e guardar minhas indagações para um momento em particular.


21 de jul. de 2018

Opinião: 30 anos - "A vida é um sopro."


15/3/1988

Rio de Janeiro. Vila Kennedy. 23.º DEC. Assim começou minha história no magistério.

 Primeira turma: Classe de Alfabetização (C.A.). Estava perto da Páscoa e me lembro que fiz uns coelhinhos com cartolina amarela para as crianças. 

Ia para a escola com a amiga Elisabeth Alves, que já era professora há mais tempo na rede. Lucia Maria Larangeira Mercadante era a adjunta, depois foi diretora, a sua irmã Maria Celeste Larangeira BrumWalda Pinto De Moraes Pinto de Moraes e Esther foram grandes amigas dessa época.

Arrumando meu material, encontrei a minha caixa de giz, estojo e bolsinha que usei durante uns 20 anos... Guardei na época da aposentadoria da minha 1.ª matrícula. Tinha mania de deixar o quadro limpo, bem apagado, antes de escrever. Eu gostava de escrever usando giz colorido e fazia "quadros" lindos"!

Tenho orgulho da profissão que escolhi, por ser professora de escola pública e batalhar no "presente" por um "futuro" digno para cada ser humano que passa pela minha sala de aula.
 #PII

15 de jul. de 2018

Lei 13.696/18 - Política Nacional de Leitura e Escrita


Política Nacional de Leitura e Escrita
Lei n.º 13.696, de 12/07/2018
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Neste país, em se tratando de Educação e Cultura, tudo é conquistado através da luta incansável de pessoas que acreditam em um Brasil justo e igualitário.
Como professora e formadora de pequenos leitores, agradeço a Volnei Canônica e a todas as pessoas citadas e envolvidas na construção da Lei 13.696/18.
Dia de muita alegria para todos que lutamos por um Brasil de Leitores!
Obrigada!

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Transcrição do texto de Volnei Canônica de 13/7/2018
(tomei a liberdade de colocar algumas partes em negrito):

"UMA SEXTA-FEIRA 13 QUE ENTRA PARA A HISTÓRIA DO BRASIL. Contrariando a todas as superstições que essa data pode trazer, hoje, acordamos com a publicação, no Diário Oficial da União, a Lei 13.696/18 que institui a POLITICA NACIONAL DE LEITURA E ESCRITA, sancionada pelo atual governo golpista. MAS ESSA LEI NÃO PERTENCE A ESSE GOVERNO! ESSA LEI SÃO 12 ANOS DE CONSTRUÇÃO!!!

Essa Lei é uma luta de muitos! Eu me juntei a essa luta por acreditar que O DIREITO À LITERATURA precisava estar garantido a todos os cidadãos e cidadãs desse país!
TER UMA LEI APROVADA COM DIRETRIZES PARA SE CONSTRUIR METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁREA DO LIVRO E DA LEITURA FOI UM TRABALHO DO CACETE!!!!

José Castilho Marques Neto, nosso Dom Quixote, fico feliz de ter sido o seu parceiro Sancho Pança em um momento tão importante para a efetivação dessa lei.
Recordo o ano de 2012, em que fui receber pelo Programa Prazer em Ler, do Instituto C&A, o Prêmio de Amigo do Livro, distinção dada pela CBL a instituições e pessoas que desempenham um papel importante na promoção da leitura. Você estava afastado do Plano Nacional do Livro e da Leitura e o próprio PNLL estava engavetado pelo Governo Federal. Nessa noite, de dezembro, perto do Natal, eu te olhei e disse: "Não acredito em Papai Noel, mas tenho fé que você volte a conduzir o PNLL. Precisamos de você lá!"

Pois é José Castilho Marques Neto, amigo e parceiro de luta, você voltou e, mal sabia eu que estaria no Ministério da Cultura ao seu lado num momento tão difícil para o política desse país.
Enquanto estive à frente da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, do MinC, puder ver seu trabalho incansável e de persistência entre o MINC, MEC, Casa Civil e Congresso. Mais que ver, pude me juntar a esse movimento e aprender muito!

Um dia antes da votação da abertura ou não do processo de IMPEACHMENT da Presidenta Legítima Dilma Rousseff estávamos em reunião com o Conselho Diretivo do PNLL e com o Colegiado Setorial do Livro e da Leitura. Tínhamos o projeto de Lei pronto, com o aval do MinC, do MEC, da Casa Civil, mas infelizmente a Dilma não havia enviado para o Congresso. O risco desse projeto de lei não chegar ao Senado, ou chegar totalmente alterado por um governo golpista era grande.

Uma luz no fim do túnel apareceu. Era a possibilidade de entregar para a Senadora Fátima Bezerra entrar com o projeto. Como na época eu representava o Governo, foi a sua vez em me olhar e dizer: "Só você pode tirar esse projeto das mãos da Dilma e entregar para a Senadora. Mas isso coloca seu cargo em risco."
Não pensei duas vezes e te respondi: "Vamos nessa! Bora entregar esse projeto de Lei para a Senadora. Não vamos morrer todos na praia pela minha cabeça."
Foi um momento lindo, Eu, você e o Colegiado Nacional do Livro e Leitura no Congresso recebidos pela Fátima Senadora e pelo Ricardo Borges, seu assessor.

Hoje, Castilho, seria o dia que, eu ou você, entraríamos na sala do outro vibrando! Talvez nos encontraríamos no meio do caminho das nossas salas para nos abraçar. Mas agora uma ponte aérea, Rio - Sampa, nos separa. Vamos ter de nos abraçar na FLIP para chorar, rir e comemorar!
Mas seríamos injustos e egoístas, O QUE NUNCA FOMOS, se não olhássemos todo o caminho percorrido nesse processo. DOZE ANOS! Tantas pessoas, não? Pessoas que colaboraram muito e outras que tentaram barrar tudo. OS NOMES SÃO INCONTÁVEIS! Cada promotor de leitura, professor, bibliotecário, entidades representativas da área, os gestores públicos, os artistas do livro, as editoras, as entidades privadas que possuem projetos e programas de leitura. MUITOS! MUITOS! MUITOS! UMA LEI FEITA PELO ESFORÇO DE TODOS!

Eu preciso agradecer muito a equipe que passou pelo MinC e trabalhou tanto por isso. Primeiro, preciso dizer obrigado as pessoas que ocuparam a mesma cadeira que eu. Obrigado, Fabiano Dos Santos PiubaJéferson AssumçãoSuzete Nunes e hoje ao Guilherme RD.
Tenho de dizer obrigado a toda equipe que trabalharam comigo nessa época na Diretoria. Servidores públicos, terceirizados, cargos de confiança e pessoas que confiei para estarem ao meu lado nessa batalha como Veridiana NegriniLucilia SoaresBeto Silva, Fernando Braga. Agradecer a Dra. Clarice Calixto que teve um papel fundamental na construção jurídica dessa lei. Dizer muito obrigado ao João Brant e ao Juca Ferreira por terem me convidado para fazer parte da equipe do MInC, na época.
Agradecer ao meu companheiro Roger Mello que aceitou o desafio de se mudar do Rio de Janeiro para Brasília e me acompanhar diariamente nessa luta!
Agradecer ao amigo e também batalhador da área Mansur Bassit que, desde que assumiu o desafio de ir para o atual governo, teve clareza do trabalho já desenvolvido na área e tentou dar continuidade aos processos já iniciados na minha gestão. Há 10 dias Mansur se desligou do Governo, mas sempre teve na minha pessoa uma possibilidade de troca de ideias.
Agradecer a Renata Costa que aceitou o desafio de tocar o PNLL com tanta vibração. Quando indiquei o nome da Renata para o Mansur eu sabia que a disponibilidade e energia dela nos ajudaria nesse momento tão difícil que estamos vivendo em nosso país.
Amigo Castilho, eu não teria chegado ao seu lado nesse momento tão importante se o Instituto C&A não tivesse me dado a oportunidade de conhecer tantos trabalhos de promoção da leitura feito por bibliotecas escolares, públicas e comunitárias. Meu agradecimento a toda a equipe do Instituto C&A nos nomes de pessoas como Paulo Castro, Áurea AlencarAlais Ribeiro Avila, Patrícia Lacerda, Patricia Carvalho, Jéssica Oliveira Cezário.
Meu agradecimento a todas e todos que vibraram com cada passo dado.

TEMOS MUITOS E MUITOS OUTROS PASSOS PARA DAR RUMO À UM BRASIL DE LEITORES! UMA ESTRADA LONGA! Tenho certeza José Castilho Marques Neto que vamos enfrentar muitas batalhas, muitos moinhos, muitos gigantes. Mas hoje, amigo, vamos tirar essa SEXTA-FEIRA 13 DE FOLGA! O 13 nessa data tem um sabor especial e mostra que essa política é a construção de quem pensa e acredita no outro e no desenvolvimento de uma nação mais justa e igualitária.
Amigo Dom Quixote, vamos apear o Rocinante para descansar. Vamos abrir um vinho, rir, chorar de alegria e comemorar.
VIVA O POVO DO LIVRO! UM POR TODOS E TODOS POR UM BRASIL DE LEITORES!"
Volnei Canônica

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Ilustração de Mariana Massarani

5 de jul. de 2018

20.º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens


Visita do dia 05/07/2018

Era o último dia do Salão do Livro, fui para entregar os "recadinhos" da minha turma para o Alexandre de Castro Gomes, autor do livro "Eu sou uma lagartixa!", ilustrado pela Cris Alhadeff, da Editora do Brasil.
No final dessa postagem há um link com os detalhes desse encontro.



Esta foto é do Alex Gomes no momento que voltei para pedir as dedicatórias nos outros livros adquiridos no Salão do Livro. 


Inês Rocha, muito bom te encontrar no Salão!
Minha admiração pela sua perseverança, esperança e dedicação ao seu trabalho como formadora de leitores, semeadora de livros e professora atuante na Sala de Leitura Polo Mário Paulo de Brito da 5.ª CRE.
Agradeço por todos nossos momentos literários de deleite e alegria!
 

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Muita admiração pela Marisa Borba (FNLIJ).
A encontro anualmente no Salão do Livro.
Foi no curso "Formação do Leitor" (FNLIJ/SME) em 2015, que conheci de pertinho a Marisa.
Pedi uma foto para guardar de recordação desse "Salão da Esperança" como disse a Anna Claudia Ramos.


"SALÃO DA ESPERANÇA"

Me despedindo do Salão... 
Livros novos para curtir, dedicatórias de autores queridos, fotos, encontros paralelos, seminário... 
É um encontro esperado a cada ano. 
Agradeço à FNLIJ pelo empenho e determinação. Agradeço a todos os autores, produtores e pessoas ligadas ao mundo literário. 
Literatura é alimento. Fornece energia para viver.
Salão, até 2019!!!


Clique no link para ver a postagem das visitas:





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