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26 de mai. de 2019

Linguagem 62: Quebra-cabeça das Rimas


Quebra-cabeça das Rimas
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Essa é uma sugestão que montei quando lecionava na Educação Infantil (1999-2015). Usando um quebra-cabeça de cartolina, marquei as peças e numerei em uma base de cartolina. As crianças montavam por pareamento.

Estou montando uma série com conteúdos trabalhados com as crianças. 
Este fiz com o pareamento entre palavras que rimam.

É um ótimo recurso e permite abordagem de vários conteúdos. As crianças podem utilizar a estratégia de leitura para fazer o pareamento, além da imagem ajudar na montagem do jogo.

É importante incentivar a leitura das palavras. As palavras do jogo podem ser utilizadas para outras atividades como escrita de frases, ditados e etc.

As crianças podem brincar sozinhas ou em pequenos grupos. 

Sugestão do Baú:

Pode-se utilizar gravuras de revistas ou da internet para montagem do quebra-cabeça.
Basta imprimir em papel de maior gramatura (120 ou 180g), recortar como quebra-cabeça e usar o mesmo procedimento de colar (ou escrever) as palavras na base e nas peças, fazendo o pareamento.


Colar a borda do quebra-cabeça em uma cartolina (base).
Retirar as peças aos poucos e fazer o contorno usando uma caneta esferográfica.
Colar as palavras nos "pares" de rimas (na base e na peça do quebra-cabeça).

Base do jogo.

Se quiser ver outra sugestão (quebra-cabela de sinônimos), clique aqui.

Lista que usei para montar este jogo:

balão
sabão
Cinderela
janela
barco
arco
gato
rato
abelha
telha
cola
bola
nariz
giz
galinha
cozinha
apito
palito
boneca
peteca
tesoura
cenoura
beleza
surpresa
castelo
martelo
aviões
violões
mala
bala
medo
segredo
tinta
pinta
biscoito
dezoito
formiga
amiga
queijo
beijo
pincel
anel
telefone
microfone
rua
lua
navio
pavio
natureza
beleza
vida
comida
cigarra
garra
coelho
joelho
gente
contente
jardim
jasmim

10 de ago. de 2016

Brinquedos na Escola: Educativos / Pedagógicos

Brinquedos Educativos / Pedagógicos
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O brinquedo educativo é um recurso que ensina, desenvolve de forma prazerosa muitas habilidades infantis. 
O brinquedo educativo assume a função lúdica e educativa.
Jogos com regras necessitam de acompanhamento até que as crianças entendam e utilizem as regras para jogar. Muitas vezes, um jogo não dá certo na turma porque não houve um preparo dessa atividade. Pegar as peças colocar sobre uma mesa e achar que as crianças vão reconhecer a utilização do jogo, pode ser bem desastroso. Se queremos utilizar esse recurso, é preciso paciência e perseverança, e um bom planeamento.

Ao planejar o uso de brinquedos, é importante:

- Ensinar às crianças a brincar: como manusear, cuidados, possibilidades de uso, guardando em local adequado após o uso;

- Ter uma lista de combinados sobre o uso dos brinquedos na sala;

- Há jogos com regras bem específicas, que devem ser ensinadas pela professora, como por exemplo: dominó, jogo da memória, quebra-cabeça, etc;

- Ter potes, caixas e vasilhas (com tampa), identificados, para que os brinquedos fiquem protegidos da poeira;

- Os brinquedos seguem uma rotina: escolher, conhecer, brincar, arrumar e guardar. Ao trocar de mesa, na escolha de outra atividade, a criança deverá arrumar o brinquedo (não deixar nada espalhado);

- Diversificar os brinquedos: a escolha dos brinquedos pode ser semanal, para que todos possam brincar com o mesmo brinquedo ao longo da semana;

- Ao escolher os brinquedos, a professora deverá ter em seu planejamento quais habilidades e conhecimentos estarão em jogo;

- Trabalhar valores como: solidariedade, amizade, respeito. Essa é uma atividade COLETIVA que necessita de intervenção e supervisão da professora;

- Peças quebradas ou danificadas devem ser descartadas. Se a criança brinca com peças danificadas entende que isso é "normal". É preciso valorizar o cuidado com o material escolar.

Os jogos mais utilizados na escola são:

QUEBRA-CABEÇA

 De fácil compreensão, pode ser jogado sozinho ou em pequenos grupos. Há oferta de jogos no mercado, porém é possível confeccioná-los utilizando imagens (revistas antigas e material impresso), plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa, e a quantidade das peças seja identificada para conferência quando for necessário.
Duas regras que devem ser lembradas: não misturar as peças entre quebra-cabeças diferentes e não perder as peças.
Apresento o quebra-cabeça durante a roda de conversa, dando uma peça para cada criança, montando grandes imagens para que percebam a dinâmica do jogo. O jogo que ficará na mesa deverá ter uma imagem como apoio, para que as crianças possam observar e comparar ao montar o quebra-cabeça.
Esse recurso pode ser utilizado para trabalhar conteúdos diversos: quebra-cabeça de nomes, de palavras, de números, de animais, de plantas, etc.

 
O Tangram é um quebra-cabeça muito interessante. 
Se quiser conhecê-lo, clique aqui.


DOMINÓ

As regras são bem específicas e necessitam de maior acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
Pode ser jogado sozinho, mas é preferencialmente um jogo coletivo (grupo de até 4 pessoas). Há oferta no mercado, porém é possível confeccionar utilizando imagens, plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa, e a quantidade das peças seja identificada para conferência quando for necessário.
Apresento o dominó durante a roda de conversa, dando uma peça para cada criança, para que a turma perceba a dinâmica do jogo.
Esse recurso é utilizado para trabalhar conteúdos diversos: dominó de nomes da turma, de números, de animais, de profissões, etc.


JOGO DE PERCURSO / TRILHA / DE TABULEIRO

 As regras são bem específicas e necessitam de maior acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo coletivo (pequenos grupos). Há oferta de jogos industrializados, porém é possível confeccionar, plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa.
Lembrar às crianças para não perderem as peças.
Colocar as regras impressas em algum lado do tabuleiro, como uma legenda.
Apresento a trilha durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.
Esse recurso é utilizado para trabalhar conteúdos diversos, especialmente Matemática, pois desenvolve habilidades numéricas, além de trabalhar com a resolução de problemas. 


JOGO DA MEMÓRIA

 As regras são simples (fazer o pareamento das peças) e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo individual ou coletivo (pequenos grupos). Há oferta de jogos industrializados, porém é possível confeccionar as peças, plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa, e a quantidade das peças seja identificada para conferência quando for necessário.
Lembrar às crianças para não perderem as peças.
Apresento durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.
Esse recurso é utilizado para trabalhar conteúdos diversos. 
É um ótimo recurso para desenvolver a memória de curto prazo.


JOGO DA VELHA

 As regras são simples e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo para dupla. A maneira tradicional é utilizando papel e lápis.
Pesquisando na internet, há vários modelos desse jogo. As peças utilizadas podem ser sobre algum tema, por exemplo: animais, personagens, etc.
Apresento durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.


BOLICHE

 As regras são simples e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo individual ou coletivo. As peças utilizadas podem ser confeccionadas com garrafas. Para facilitar a arrumação, marque a posição das garrafas no chão (as crianças arrumam após as jogadas).
Apresento o brinquedo durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.
Além da destreza dos movimentos, o boliche permite trabalhar com cálculo mental (adição e subtração), resolução de problemas e confecção de tabelas dos pontos de cada criança. 


BINGO

 As regras são simples e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes as utilizem para jogar.
É um jogo coletivo. As cartelas podem ser confeccionadas. A marcação do que é sorteado pode ser feita marcando a lápis ou com peças (tampinhas, por exemplo).
Há diversas variações para esse jogo, além do tradicional bingo de números. Pode-se fazer cartelas com diversos temas como nomes, cores, formas, cálculos, animais, etc. Bingo sonoro é bem interessante, mas é necessário ter um CD com diversos sons para a reprodução e cartelas com as representações dos sons.
Apresento o jogo durante a roda de conversa para que percebam a sua dinâmica.


JOGOS COM CARTAS

Há vários jogos com cartas que podem ser utilizados com finalidade educativa.
O jogo do MICO tem como objetivo principal a formação de pares:


Com um baralho, podemos jogar a "BATALHA":

BATALHA (este jogo faz parte da minha apostila Brincando com a Matemática )
- Material: baralho de cartas de ÁS a 10.
- Aplicação: um dos jogadores distribui (divide) todas as cartas entre todos. Cada criança arruma sua pilha com as cartas viradas para baixo, sem olhar para as faces numeradas. Os jogadores da mesa (2, 3 ou 4) viram a carta superior da sua pilha e COMPARAM os números. Aquele que virar a carta de quantidade “maior” (número maior) pega todas para si e coloca num monte à parte. Jogar até as pilhas terminarem.
- Se abrirem cartas de mesmo valor, deixar na mesa e virar as próximas do seu monte.
- Vence aquele que pegar o maior número de cartas (estratégias: comparar a altura das pilhas, contar, estimar).



TODOS OS BRINQUEDOS SÃO EDUCATIVOS?
Ivanise Meyer

É possível afirmar que se aprende algo ao brincar? Sim, sempre aprendemos algo ao brincar.
É possível basear todo planejamento em jogos e brinquedos educativos? Não. Eles são recursos, devem ser bem utilizados, mas não devem ser a única forma de trabalhar os conteúdos.
Há brinquedos que permitem muitas possibilidades, outros são mais restritos.
Nos brinquedos educativos (jogos pedagógicos) há regras, formas de brincar, o que diminui as possibilidades de imaginação e de fantasia. Pode ser divertido brincar, mas as regras são necessárias, assim como, um maior auto controle de cada criança ao brincar coletivamente.
Olhando para esses brinquedos da foto acima, posso dizer que sejam educativos? Que mensagem passam às crianças? Há regras? Quais conhecimentos serão necessários? Para qual faixa etária se destinam? São individuais ou coletivos? Todas essas perguntas devem ser feitas pelo professor quando está planejando o uso de um brinquedo com a finalidade educativa no seu fazer pedagógico.
Se uma criança não conhece as regras de como se joga dominó, quando vê as peças faz o quê? Brinca de montar, derruba sobre a mesa, junta, conta... Só não jogará "dominó", porque não houve alguém para mediar esse contato inicial com o jogo.
O que torna um brinquedo educativo (jogo pedagógico), é a intencionalidade do professor. Qualquer jogo ou brinquedo que seja utilizado como recurso precisa ser mediado pelo adulto. Uma vez que a criança compreenda seu uso, ela poderá brincar sozinha ou com seus colegas. Por isso, o professor deve planejar, sabendo quais objetivos serão atendidos com cada recurso escolhido.
Os jogos pedagógicos devem ser apresentados um de cada vez. Durante uma semana, ou mais, as crianças experimentarão, utilizarão as regras, as dúvidas serão resolvidas. Então esse jogo fará parte do seu repertório de brincadeiras.

Organizado por Ivanise Meyer®

9 de ago. de 2016

Brinquedos na Escola: Construção


Brinquedos de Construção
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As brincadeiras de construção têm estreita ligação com o faz-de-conta. Temos os blocos de madeira (ou EVA), de encaixe (tipo "Lego"), materiais de sucata (caixas, rolos, barbantes, etc).
Jogos de construção são os meus preferidos! Porque temos muitas possibilidades de criação com um mesmo material.

Importante: as peças devem ser compatíveis à faixa etária das crianças. 
Quanto menores as crianças, maiores as peças. Cuidado com peças pequenas que possam ser engolidas, enfiadas no nariz ou ouvido.
Não permita que coloquem qualquer peça na boca, por questões de higiene.

Algumas sugestões:

LEGO
Este é um dos brinquedos que mais gosto para ter em sala de aula.
 Há muitas variações (formas e tamanhos) no mercado, inclusive há semelhantes de outras marcas. 
Os originais são bem resistentes, tem ótima durabilidade.
Para saber mais sobre este brinquedo, clique aqui.


LIG LIG
Se você encontrar esse brinquedo, pode adquirir umas 3 caixas! Quanto mais peças, mais divertido. As crianças montam coisas bem interessantes!
Há outros brinquedos com a mesma proposta:
 



PINOS MÁGICOS
As crianças gostam muito desse jogo. 
Dependendo da turma, a partir dos 5 anos (porque as peças são pequenas) é possível oferecer esse brinquedo.


BLOCOS DE CONSTRUÇÃO
Em madeira, esse brinquedo permite muitas possibilidades de criação.


BRINCANDO DE ENGENHEIRO
Brinquedo de madeira que possibilita a construção de cenários. Pode-se acrescentar carrinhos pequenos para incrementar a brincadeira.
Há versões maiores e em outros materiais (para crianças menores):



MATERIAL DE SUCATA
Utilizando caixas de diversos tamanhos, rolos de papel e outros materiais que possam ser utilizados como "brinquedo" sem oferecer riscos, é possível passar momentos bem divertidos.
As crianças podem construir seus brinquedos, ou simplesmente, brincar de empilhar e tudo que a imaginação permitir!
Veja mais sugestões utilizando caixas clicando aqui. 


Há muitas opções de jogos de construção no mercado, porém dependem de investimento. É importante prestar atenção à qualidade das peças e verificar a presença do selo do Inmetro (com as especificações de faixa etária).
Os jogos de construção, além de favorecerem a imaginação e fantasia, permitem às crianças desenvolverem a percepção espacial, trabalhando a capacidade de identificar, representar, compondo formas e figuras tridimensionais.

Organizado por Ivanise Meyer®

Brinquedos na Escola: Introdução

Brinquedos na Escola
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Quando comecei a trabalhar na Educação Infantil em 1999, sentia necessidades de alguns materiais para organizar a rotina da turma, especialmente, durante os "cantinhos" para brincadeiras com jogos pedagógicos. Porém, naquela época, não havia investimento em compra de bons jogos pedagógicos pela prefeitura. Então, fui adquirindo jogos, aos poucos, conforme era possível. Também consegui doações de brinquedos em condições de uso.

Ao planejar o uso de brinquedos, é importante:

- Ensinar às crianças a brincar: como manusear, cuidados, possibilidades de uso, e guardar em local adequado após o uso;

- Ter uma lista de combinados sobre o uso dos brinquedos na sala;

- Há jogos com regras bem específicas, que devem ser ensinadas pela professora, como por exemplo: dominó, jogo da memória, quebra-cabeça, etc;

- Ter potes, caixas e vasilhas (com tampa), identificados, para que os brinquedos fiquem protegidos da poeira;

- Os brinquedos seguem uma rotina: escolher, conhecer, brincar, arrumar e guardar. Ao trocar de mesa, na escolha de outra atividade, a criança deverá arrumar o brinquedo (não deixar nada espalhado);

- Diversificar os brinquedos: a escolha dos brinquedos pode ser semanal, para que todos possam brincar com o mesmo brinquedo ao longo da semana;

- Ao escolher os brinquedos, a professora deverá ter em seu planejamento quais habilidades e conhecimentos estarão em jogo;

- Trabalhar valores como: solidariedade, amizade, respeito. Essa é uma atividade COLETIVA que necessita de intervenção e supervisão da professora;

- Peças quebradas ou danificadas devem ser descartadas. Se a criança brinca com peças danificadas entende que isso é "normal". É preciso valorizar o cuidado com o material escolar.

É muito triste entrar numa sala e encontrar "restos" de brinquedos, muitas vezes danificados, todos misturados em uma caixa, com as crianças brincando do "jeito que dá". São as "gambiarras" que passam ideias equivocadas sobre o brincar. Em geral, é comum perceber que a professora não planejou esse momento, é apenas uma "atividade preenchedora de tempo." As crianças brincam e ela aproveita para fazer outra coisa, menos observar ou interferir nesse momento tão precioso.

Particularmente, não deixo que as crianças tragam brinquedos de casa para a escola. Explico aos responsáveis na reunião inicial os motivos: 1) o brinquedo que vem de casa pode ser motivo de conflito entre as crianças; 2) responsabilizar a professora pela quebra ou dano do brinquedo; 3) responsabilizar outra criança da turma pela quebra ou dano. O brinquedo que pertence à escola (ou à professora) é emprestado, ou seja, precisa ser compartilhado e causa bem menos conflito.
Não promovo nem o tal "dia do brinquedo" feito em algumas escolas, porque os problemas serão os mesmos já apontados.

Organizado por Ivanise Meyer®


As próximas postagens sobre BRINQUEDOS NA ESCOLA trarão mais exemplos.

Já escrevi uma postagem sobre a Organização da Sala de Aula se quiser ler sobre os cantinhos. 

Esta postagem está baseada na postagem Brincar na Educação Infantil. 

24 de jun. de 2013

Festa Junina: quebra-cabeça

Quebra-cabeça
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Tema: Festa Junina
Clique para ampliar.

Essa turminha gosta muito de montar os quebra-cabeças da sala no momentos das brincadeiras.
Então, resolvemos montar um quebra-cabeça usando como tema a festa junina.
Levei um desenho impresso em cartolina (tamanho A4).
Eles pintaram usando lápis de cor.
Capricharam!!!
Depois eu passei contac transparente na parte de cima,
passei contact estampadinho no outro lado.
Cortei em 6 partes e coloquei em um envelope.
O dia da entrega do jogo pronto foi uma emoção!!!
Todos levaram seus quebra-cabeças pra casa e brincaram em família.

♥♥♥


Aqui como ficou na parte de cima.

▼▼▼



Do outro lado, por causa do estampadinho, também dá pra brincar de montar.
▼▼▼
Uma sugestão: colar papel de presente na parte debaixo, só que tem que passar cola com rolinho para garantir que toda a folha leve cola.



Gosto de produzir brinquedos que eles possam levar para casa e brincar em família.
Como eles participam da confecção, eles gostam muito do resultado final.
Você pode usar qualquer desenho como tema (depende do que está trabalhando na época).
Beijinhos,
Ivanise :)

5 de jun. de 2013

Boca do Balão

Boca do Balão
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A "boca do palhaço" é uma brincadeira tradicional nas festas juninas.
Por ocasião da festa caipira na escola onde trabalho,
tive a "missão" de transformar a famosa
boca do palhaço...
Daí nasceu a ideia da "boca do balão" que compartilho
com os visitantes do Baú de Ideias.
Veja o passo-a-passo:

Boca do Balão (frente)
Materiais utilizados:
1 caixa grande como base
Papel para forrar
Fita adesiva colorida
Papel cartão para base do balão (usei um resto de caixa)
Cartolina colorida para o balão
Contact® para plastificar
Fita metalóide para enfeitar
Tesoura, régua, cola branca, estilete, cola quente, caneta preta.

1. Preparo da caixa base: forrar a caixa (usei papel craft). Reforçar com fita adesiva larga.
2. Riscar o molde do balão em papel cartão, será a base onde o balão será colado.
3. Dividir o molde em partes (podem ser 2, 3, 4 conforme quiser).
4. Riscar os moldes em cartolina colorida (pode-se usar EVA também).
5. Recortar e colar.
6. Fazer os contornos com caneta preta.
7. Plastifiquei o balão usando Contac® transparente.
8. Posicionar o balão na caixa, centralizando,
e riscar o local da boca (use o molde para ajudar). Cortar usando estilete ou tesoura.
9. Fiz um reforço com fita adesiva preta ao redor da "boca".
10. Colar o balão na caixa com cola quente (passe a cola aos poucos).
11. Enfeitei com fitas metalóides nas laterais.


A caixa por dentro: fiz todo acabamento com fita adesiva.
Contornei a boca com fita adesiva preta.

Molde:





Gostou? Ficou lindinho!!!
Organizado por Ivanise Meyer®
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