8 de jun de 2017

Opinião: Até onde é ignorância?


Até onde é ignorância?
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Texto publicado no Facebook em 8/6/2018
Ivanise Meyer

Ignorar é não ter conhecimento sobre algo. Não ter conhecimento pode nos levar ao erro, ao equívoco e até atitudes pouco educadas.

Há muitos anos atrás, fiz um pedido aos alunos antes da merenda. Quando virei, uma criança de 5 anos me chamou de "vagabunda". Me assustei, pois além de me sentir ofendida, uma palavra tão "pesada", era inacreditável. A mãe disse que ele aprendeu na televisão, que ele nunca ouviu isso em casa, etc.

Crianças e jovens que não aceitam ser contrariados, como se o mundo estivesse aos seus pés. Não aceitam regras ou limites. Dão as ordens em casa, escolhem quando vão dormir, decidem o que se assiste na televisão, são consumidoras vorazes... 

Até que ponto precisamos explicar às pessoas o que é uma ofensa? Será mesmo que ignoram, que não sabem o que seja ofender alguém?

Cadê aquela "educação que se aprende em casa"?


4 de jun de 2017

Opinião: A capa do Extra



A CAPA DO EXTRA
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O que me entristece é que estamos perdendo nossa capacidade de indignação, de luta, parece que a sociedade está anestesiada... Cada morte violenta que aparece na mídia é logo substituída por outra, e assistindo ao noticiário parece que estamos vendo as mesmas notícias todos os dias... 

Meu medo é que a violência não seja mais encarada como "violência", que seja algo "normal", que "faz parte". Assim como foi se tornando a falta de respeito pelos professores ("isso é coisa de criança", "os pais sempre têm razão", "esse professor não quer nada", e outras coisas que já ouvi). Assim como a falta de limites: crianças e adolescentes não têm senso de autoridade, é como se o mundo estivesse aos seus pés e nós estamos aqui para satisfazer as suas vontades. Frase que ouço (e me espanta): "Ele não gosta de ser contrariado". Como assim? Eu, adulta, sou contrariada e estou viva, cumpro minhas obrigações. 

Assim como "gentileza gera gentileza", a "violência gera violência". E não vai adiantar passeata, cartazes, atitudes que estejam do "lado de fora". Essa mudança de atitude começa vinda "de dentro", das FAMÍLIAS, e vai contagiando o exterior. Infelizmente, os bandidos continuarão atirando nas escolas, roubando nossos pertences, matando inocentes. 


A sociedade sabe dos roubos em todas as esferas do governo e vê que pouco é feito. O "malandro" vai querer trabalhar pra quê?! Se os que "mandam" roubam, por que o/a malandro não vai fazer a mesma coisa? É uma bola de neve. Não sei se haverá volta. 


Quando a família perdeu a sua autoridade, a sociedade começou a ruir. O que estamos vendo hoje é só a ponta do iceberg...

Ivanise Meyer (4/6/2017) - Página pessoal do Facebook

2 de jun de 2017

Linguagem 50: Bingo Silábico

"Bingo Silábico"
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Criei esse jogo baseado em outro que inventei ("Cubra e Descubra").

Etapas:

1 - Falar uma palavra (por exemplo: BOLA). De acordo com o número de sílabas, é preciso um número de peças para cobrir as sílabas na placa. BOLA = 2 sílabas = 2 peças;

2 - Colocar as peças seguindo a ordem (1.º - BO; 2.º - LA);

3 - Escrever a palavra no quadro para que possam conferir se colocaram as peças no lugar correto;

4 - Deixar as palavras escritas no quadro;

5 - No final, ler todas as palavras "sorteadas" no bingo;



6 - Sugestão: fazer um ditado logo após o jogo, utilizando as palavras trabalhadas.

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No ano passado, montei este alfabetário / silabário para as crianças.
A função deste material é servir como material de consulta para leitura e escrita.
Há também uma tabela numérica, alfabeto maiúsculo e minúsculo (fontes: arial e cursiva).

Clique aqui para ver essa postagem.

Organizado por Ivanise Meyer®
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