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15 de fev de 2019

Flor Mágica

Flor Mágica
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Terminando nossa 1.ª semana de aula, trouxe o livro "O passarinho Me-Ama" com uma história muito doce... Duas frases são importantes na história: "Me ama" e "Te amo".

Cada dupla recebeu um pratinho com água e duas flores fechadas. A surpresa aconteceu quando colocaram a flor (com as pétalas fechadas para cima) na água. A flor se abriu como uma mágica! 
Muitos aplausos nessa hora!!!

Depois ensinei a dobrar a flor e cada criança fez a sua flor mágica.


No final da aula, cada criança levou algumas flores para fazer a "mágica" em casa.

♥♥♥

Dicas:
  • Testar o papel (papel mais grosso dificulta a abertura da flor). 
  • Ao dobrar as pétalas tenha cuidado de dobrá-las em sequência da primeira até a última. Colocar a flor na superfície da água com as "pétalas" para cima. 
  • Para não manchar, ao escrever no miolo da flor, use caneta esferográfica ou lápis.
♥♥♥

O passarinho Me-Ama
Joyce Dunbar e Sophie Fatus
Editora RHJ (2007)

Perfurador Seller (linha 50 mm)
Modelo A010408

♥♥♥

Gravei um vídeo demonstrando como se dobra a flor:



21 de mai de 2018

Caixa de Origami

Caixa de Origami
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Postagem escrita em 21/5/2018

Elaborei essa caixa porque a turminha gosta muito de dobraduras.
 Neste ano estamos utilizando os diagramas com as instruções para elaborar nossos origamis.

Materiais: uma caixa com tampa (essa caixa é de tênis, grandona), papel de presente ou Contact® para forrar, cola, instruções e título (impressos e forrados com Contact® transparente).
Colar um pedaço de durex transparente na dobra da caixa para reforçar.
Encapar a caixa, colar as instruções na tampa (interna) e o título (em cima da tampa).
Colei uma tira de EVA em volta da caixa (embaixo).

Dentro da caixa de Origami:
Uma placa de cartão grosso (forrado) para servir de apoio para os diagramas.
Diagramas: impressos e forrados com Contact®. O acabamento foi feito com durex colorido.
Quadrados: utilizei aqueles quadrados para anotação de recados.
Sugestão: quadrados de outros tipos de papel como de presente, reaproveitados (encartes, jornal, etc).

Muitos quadradinhos...

Diagramas

Texto informativo

Atrás de cada diagrama, há um texto informativo sobre o tema...

Tulipas!

Clique aqui para ver os diagramas no Baú das Dobraduras.

Organizado por Ivanise Meyer®

2 de mar de 2018

Labirinto (orientação espacial)

Labirinto
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Atividade: Labirinto do Patati e Patatá
Objetivos: Explorar a orientação espacial nomeando as direções utilizadas. Auxiliar a percepção desses limites nas linhas do caderno antes da utilização do mesmo.
Desenvolvimento: Após a explicação das regras (não passar por cima das linhas, seguir o caminho do início ao fim, não pisar nas linhas obedecendo os limites), cada criança passou pelo labirinto, percebendo direções e limites dados pelas "linhas". Durante a atividade, utilizei o vocabulário específico: lado esquerdo, lado direito, para cima e para baixo para orientar as crianças.
Depois as crianças fizeram o mesmo percurso usando lápis em uma atividade impressa. No final, registramos as palavras utilizadas (para cima, para baixo, esquerdo e direito) em relação ao labirinto. 




Organizado por Ivanise Meyer®

6 de fev de 2017

Dinâmica do Presente

Dinâmica do Presente
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Materiais: uma caixa com tampa, material para encapar e decorar, um espelho que encaixe no fundo da caixa.

Aqui a caixa pronta!

Dinâmica: Embalei a caixa dentro desse saco de presente. Disse às crianças que ganhei um presente (conversamos sobre o que acontece quando ganhamos um presente, se gostamos, se trocamos, etc).
Eu disse que gostei muito do meu presente e que trouxe para mostrar a elas.
Abri o saco e tirei essa caixa.
Fiz os combinados: cada criança vai ver o meu presente, mas não poderá contar para as outras.
Fiquei no fundo da sala e fui chamando uma de cada vez (estavam em suas cadeiras). Quem via o meu presente (sua imagem refletida no espelho), ficava sentado na "rodinha". 
Depois que todos viram o "presente", expliquei que cada criança era um presente para mim, sobre a alegria de recebê-los na minha sala de aula!



Depois li o livro: "Você é muito especial".


Finalizando a dinâmica, convidei cada criança a desenhar o seu retrato dentro desse "presente":
(o nome da criança foi impresso na linha verde)

Organizado por Ivanise Meyer®

10 de ago de 2016

Brinquedos na Escola: Educativos / Pedagógicos

Brinquedos Educativos / Pedagógicos
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O brinquedo educativo é um recurso que ensina, desenvolve de forma prazerosa muitas habilidades infantis. 
O brinquedo educativo assume a função lúdica e educativa.
Jogos com regras necessitam de acompanhamento até que as crianças entendam e utilizem as regras para jogar. Muitas vezes, um jogo não dá certo na turma porque não houve um preparo dessa atividade. Pegar as peças colocar sobre uma mesa e achar que as crianças vão reconhecer a utilização do jogo, pode ser bem desastroso. Se queremos utilizar esse recurso, é preciso paciência e perseverança, e um bom planeamento.

Ao planejar o uso de brinquedos, é importante:

- Ensinar às crianças a brincar: como manusear, cuidados, possibilidades de uso, guardando em local adequado após o uso;

- Ter uma lista de combinados sobre o uso dos brinquedos na sala;

- Há jogos com regras bem específicas, que devem ser ensinadas pela professora, como por exemplo: dominó, jogo da memória, quebra-cabeça, etc;

- Ter potes, caixas e vasilhas (com tampa), identificados, para que os brinquedos fiquem protegidos da poeira;

- Os brinquedos seguem uma rotina: escolher, conhecer, brincar, arrumar e guardar. Ao trocar de mesa, na escolha de outra atividade, a criança deverá arrumar o brinquedo (não deixar nada espalhado);

- Diversificar os brinquedos: a escolha dos brinquedos pode ser semanal, para que todos possam brincar com o mesmo brinquedo ao longo da semana;

- Ao escolher os brinquedos, a professora deverá ter em seu planejamento quais habilidades e conhecimentos estarão em jogo;

- Trabalhar valores como: solidariedade, amizade, respeito. Essa é uma atividade COLETIVA que necessita de intervenção e supervisão da professora;

- Peças quebradas ou danificadas devem ser descartadas. Se a criança brinca com peças danificadas entende que isso é "normal". É preciso valorizar o cuidado com o material escolar.

Os jogos mais utilizados na escola são:

QUEBRA-CABEÇA

 De fácil compreensão, pode ser jogado sozinho ou em pequenos grupos. Há oferta de jogos no mercado, porém é possível confeccioná-los utilizando imagens (revistas antigas e material impresso), plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa, e a quantidade das peças seja identificada para conferência quando for necessário.
Duas regras que devem ser lembradas: não misturar as peças entre quebra-cabeças diferentes e não perder as peças.
Apresento o quebra-cabeça durante a roda de conversa, dando uma peça para cada criança, montando grandes imagens para que percebam a dinâmica do jogo. O jogo que ficará na mesa deverá ter uma imagem como apoio, para que as crianças possam observar e comparar ao montar o quebra-cabeça.
Esse recurso pode ser utilizado para trabalhar conteúdos diversos: quebra-cabeça de nomes, de palavras, de números, de animais, de plantas, etc.

 
O Tangram é um quebra-cabeça muito interessante. 
Se quiser conhecê-lo, clique aqui.


DOMINÓ

As regras são bem específicas e necessitam de maior acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
Pode ser jogado sozinho, mas é preferencialmente um jogo coletivo (grupo de até 4 pessoas). Há oferta no mercado, porém é possível confeccionar utilizando imagens, plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa, e a quantidade das peças seja identificada para conferência quando for necessário.
Apresento o dominó durante a roda de conversa, dando uma peça para cada criança, para que a turma perceba a dinâmica do jogo.
Esse recurso é utilizado para trabalhar conteúdos diversos: dominó de nomes da turma, de números, de animais, de profissões, etc.


JOGO DE PERCURSO / TRILHA / DE TABULEIRO

 As regras são bem específicas e necessitam de maior acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo coletivo (pequenos grupos). Há oferta de jogos industrializados, porém é possível confeccionar, plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa.
Lembrar às crianças para não perderem as peças.
Colocar as regras impressas em algum lado do tabuleiro, como uma legenda.
Apresento a trilha durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.
Esse recurso é utilizado para trabalhar conteúdos diversos, especialmente Matemática, pois desenvolve habilidades numéricas, além de trabalhar com a resolução de problemas. 


JOGO DA MEMÓRIA

 As regras são simples (fazer o pareamento das peças) e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo individual ou coletivo (pequenos grupos). Há oferta de jogos industrializados, porém é possível confeccionar as peças, plastificando com Contact® para maior durabilidade. 
O ideal é que as peças fiquem dentro de um saco, ou caixa, e a quantidade das peças seja identificada para conferência quando for necessário.
Lembrar às crianças para não perderem as peças.
Apresento durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.
Esse recurso é utilizado para trabalhar conteúdos diversos. 
É um ótimo recurso para desenvolver a memória de curto prazo.


JOGO DA VELHA

 As regras são simples e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo para dupla. A maneira tradicional é utilizando papel e lápis.
Pesquisando na internet, há vários modelos desse jogo. As peças utilizadas podem ser sobre algum tema, por exemplo: animais, personagens, etc.
Apresento durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.


BOLICHE

 As regras são simples e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes utilizem as regras.
É um jogo individual ou coletivo. As peças utilizadas podem ser confeccionadas com garrafas. Para facilitar a arrumação, marque a posição das garrafas no chão (as crianças arrumam após as jogadas).
Apresento o brinquedo durante a roda de conversa, jogando com as crianças, para que percebam a dinâmica do jogo.
Além da destreza dos movimentos, o boliche permite trabalhar com cálculo mental (adição e subtração), resolução de problemas e confecção de tabelas dos pontos de cada criança. 


BINGO

 As regras são simples e necessitam de acompanhamento no início, até que os participantes as utilizem para jogar.
É um jogo coletivo. As cartelas podem ser confeccionadas. A marcação do que é sorteado pode ser feita marcando a lápis ou com peças (tampinhas, por exemplo).
Há diversas variações para esse jogo, além do tradicional bingo de números. Pode-se fazer cartelas com diversos temas como nomes, cores, formas, cálculos, animais, etc. Bingo sonoro é bem interessante, mas é necessário ter um CD com diversos sons para a reprodução e cartelas com as representações dos sons.
Apresento o jogo durante a roda de conversa para que percebam a sua dinâmica.


JOGOS COM CARTAS

Há vários jogos com cartas que podem ser utilizados com finalidade educativa.
O jogo do MICO tem como objetivo principal a formação de pares:


Com um baralho, podemos jogar a "BATALHA":

BATALHA (este jogo faz parte da minha apostila Brincando com a Matemática )
- Material: baralho de cartas de ÁS a 10.
- Aplicação: um dos jogadores distribui (divide) todas as cartas entre todos. Cada criança arruma sua pilha com as cartas viradas para baixo, sem olhar para as faces numeradas. Os jogadores da mesa (2, 3 ou 4) viram a carta superior da sua pilha e COMPARAM os números. Aquele que virar a carta de quantidade “maior” (número maior) pega todas para si e coloca num monte à parte. Jogar até as pilhas terminarem.
- Se abrirem cartas de mesmo valor, deixar na mesa e virar as próximas do seu monte.
- Vence aquele que pegar o maior número de cartas (estratégias: comparar a altura das pilhas, contar, estimar).



TODOS OS BRINQUEDOS SÃO EDUCATIVOS?
Ivanise Meyer

É possível afirmar que se aprende algo ao brincar? Sim, sempre aprendemos algo ao brincar.
É possível basear todo planejamento em jogos e brinquedos educativos? Não. Eles são recursos, devem ser bem utilizados, mas não devem ser a única forma de trabalhar os conteúdos.
Há brinquedos que permitem muitas possibilidades, outros são mais restritos.
Nos brinquedos educativos (jogos pedagógicos) há regras, formas de brincar, o que diminui as possibilidades de imaginação e de fantasia. Pode ser divertido brincar, mas as regras são necessárias, assim como, um maior auto controle de cada criança ao brincar coletivamente.
Olhando para esses brinquedos da foto acima, posso dizer que sejam educativos? Que mensagem passam às crianças? Há regras? Quais conhecimentos serão necessários? Para qual faixa etária se destinam? São individuais ou coletivos? Todas essas perguntas devem ser feitas pelo professor quando está planejando o uso de um brinquedo com a finalidade educativa no seu fazer pedagógico.
Se uma criança não conhece as regras de como se joga dominó, quando vê as peças faz o quê? Brinca de montar, derruba sobre a mesa, junta, conta... Só não jogará "dominó", porque não houve alguém para mediar esse contato inicial com o jogo.
O que torna um brinquedo educativo (jogo pedagógico), é a intencionalidade do professor. Qualquer jogo ou brinquedo que seja utilizado como recurso precisa ser mediado pelo adulto. Uma vez que a criança compreenda seu uso, ela poderá brincar sozinha ou com seus colegas. Por isso, o professor deve planejar, sabendo quais objetivos serão atendidos com cada recurso escolhido.
Os jogos pedagógicos devem ser apresentados um de cada vez. Durante uma semana, ou mais, as crianças experimentarão, utilizarão as regras, as dúvidas serão resolvidas. Então esse jogo fará parte do seu repertório de brincadeiras.

Organizado por Ivanise Meyer®

9 de ago de 2016

Brinquedos na Escola: Introdução

Brinquedos na Escola
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Quando comecei a trabalhar na Educação Infantil em 1999, sentia necessidades de alguns materiais para organizar a rotina da turma, especialmente, durante os "cantinhos" para brincadeiras com jogos pedagógicos. Porém, naquela época, não havia investimento em compra de bons jogos pedagógicos pela prefeitura. Então, fui adquirindo jogos, aos poucos, conforme era possível. Também consegui doações de brinquedos em condições de uso.

Ao planejar o uso de brinquedos, é importante:

- Ensinar às crianças a brincar: como manusear, cuidados, possibilidades de uso, e guardar em local adequado após o uso;

- Ter uma lista de combinados sobre o uso dos brinquedos na sala;

- Há jogos com regras bem específicas, que devem ser ensinadas pela professora, como por exemplo: dominó, jogo da memória, quebra-cabeça, etc;

- Ter potes, caixas e vasilhas (com tampa), identificados, para que os brinquedos fiquem protegidos da poeira;

- Os brinquedos seguem uma rotina: escolher, conhecer, brincar, arrumar e guardar. Ao trocar de mesa, na escolha de outra atividade, a criança deverá arrumar o brinquedo (não deixar nada espalhado);

- Diversificar os brinquedos: a escolha dos brinquedos pode ser semanal, para que todos possam brincar com o mesmo brinquedo ao longo da semana;

- Ao escolher os brinquedos, a professora deverá ter em seu planejamento quais habilidades e conhecimentos estarão em jogo;

- Trabalhar valores como: solidariedade, amizade, respeito. Essa é uma atividade COLETIVA que necessita de intervenção e supervisão da professora;

- Peças quebradas ou danificadas devem ser descartadas. Se a criança brinca com peças danificadas entende que isso é "normal". É preciso valorizar o cuidado com o material escolar.

É muito triste entrar numa sala e encontrar "restos" de brinquedos, muitas vezes danificados, todos misturados em uma caixa, com as crianças brincando do "jeito que dá". São as "gambiarras" que passam ideias equivocadas sobre o brincar. Em geral, é comum perceber que a professora não planejou esse momento, é apenas uma "atividade preenchedora de tempo." As crianças brincam e ela aproveita para fazer outra coisa, menos observar ou interferir nesse momento tão precioso.

Particularmente, não deixo que as crianças tragam brinquedos de casa para a escola. Explico aos responsáveis na reunião inicial os motivos: 1) o brinquedo que vem de casa pode ser motivo de conflito entre as crianças; 2) responsabilizar a professora pela quebra ou dano do brinquedo; 3) responsabilizar outra criança da turma pela quebra ou dano. O brinquedo que pertence à escola (ou à professora) é emprestado, ou seja, precisa ser compartilhado e causa bem menos conflito.
Não promovo nem o tal "dia do brinquedo" feito em algumas escolas, porque os problemas serão os mesmos já apontados.

Organizado por Ivanise Meyer®


As próximas postagens sobre BRINQUEDOS NA ESCOLA trarão mais exemplos.

Já escrevi uma postagem sobre a Organização da Sala de Aula se quiser ler sobre os cantinhos. 

Esta postagem está baseada na postagem Brincar na Educação Infantil. 

15 de jun de 2014

Dicas sobre brincadeiras e brinquedos na Educação Infantil


Editei o vídeo da minha participação no programa RJTV 1.ª edição (2010).
 Fui convidada para dar dicas sobre brincadeiras e brinquedos na Educação Infantil.
Vamos rever?


Organizado por Ivanise Meyer

6 de abr de 2014

Páscoa: Brincadeiras


Coelhinho da Páscoa disse...
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Versão da brincadeira do macaco disse...

Professora diz: "Coelhinho da páscoa disse para pular em um pé só!" e as crianças devem imitar até a professora dizer para parar ou modificar o pedido. Pode dizer movimentos como: gire, caminhe de frente, de costas, sentado, imitando um coelho, imitando um coelho comendo chocolate, etc.
Observação: quando a professora disser coelhinho da páscoa disse correr (sem a palavra para) as crianças devem ficar estátua. Perde ponto quem se mexer.

Caça aos Ovos
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Material: Pintar 15 ovos comuns de várias cores, apenas de um lado (com guache). Escondê-los em diversos lugares com a face pintada virada para baixo. Sugestão: fazer os ovos com gesso em forma própria.

Como jogar: As crianças terão quinze minutos para procurar os ovos sem tirá-los do lugar. Nesta fase trabalharão individualmente. Após isso, dá-se papel e caneta e forma-se equipes de quatro a cinco alunos. Os grupos terão quinze minutos para enumerar onde estava cada ovo e de que cor ele era. Terminada isso o orientador caminhará com as crianças com estas indicando onde cada um dos ovos se encontra, em cada caso se observará de que cor é o ovo e a equipe que acertou a localização e a cor ganhará um ponto. Vence a quem fizer mais pontos.



* * * Outra versão da caça aos ovos * * *

Faça um chicotinho queimado ou "caça ao tesouro" com as crianças dizendo que o coelhinho da páscoa escondeu alguns ovos enquanto estavam dormindo ou enquanto estavam casa. A procura pode ser feita com a ajuda dos alunos maiores.


Onde está o coelhinho?
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Materiais: Este jogo é ideal para o início do dia quando as crianças chegam separadamente. Coloca-se um coelhinho bem pequeno em um lugar discreto, mas visível.


Como jogar: A medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se individualmente que procurem o coelhinho. Cada uma deverá sair na busca, mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.



Procure o par
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Materiais: Cartões com desenhos de ovos e coelhos. Corte pela metade e distribua entre as crianças.

Como jogar: Durante o tempo de uma música os alunos devem procurar a sua metade e desenvolva outra atividade a partir daí em dupla.

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Organizado por Ivanise Meyer ®

22 de nov de 2013

Reportagem com Ivanise Meyer (Folha Dirigida)

Jornal Folha Dirigida
Rio de Janeiro (21 a 27 de novembro)

Matéria na qual falo sobre Educação Infantil, formação dos profissionais e ampliação do atendimento para as crianças de 4 anos no Brasil até 2016.
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